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19/09/2019

A Estória do Gato e da Lua



Ficha Técnica 
Realizador: Pedro Serrazina 
Produção: Jorge Neves /Filmógrafo 
Técnica: Animação (Desenho sobre papel) 
Argumento: Pedro Serrazina 
Música: Tentúgal 
Origem: Portugal 
Ano: 1995 
Duração: 5’ 30’’ 
Classificação etária: maiores de 6 anos



Sinopse ‐ A Estória do Gato e da Lua joga livremente com uma série de transições, justaposições e contrastes visualmente muito fortes, entre luz, sombra, curvas e diagonais, sugerindo uma história de uma lua branca e de um gato preto que, afinal, e simbolicamente, também pode ser branco. A narrativa (voz de Joaquim de Almeida) evoca uma obsessão apaixonada de um gato que, enfeitiçado, procura incessantemente o espectro brilhante e atraente da amada lua. Um flashback desvenda‐nos episódios do passado e retoma o início da paixão. Quedando‐se estarrecido perante a lua, o gato salta de telhado em telhado, viaja à volta do mundo num pequeno barco, e perde‐se na escuridão da noite, (a música de Tentúgal reforça intensamente a proposta visual e narrativa). No desfecho, depois de uma belíssima sucessão de formas a preto e branco que reproduzem as desilusões e desesperos da vida, todas as obsessões se consubstanciam na espera, materializando‐se finalmente numa espantosa metamorfose gráfica.

03/03/2016

Pareço eu...

18/02/2016

∞ (indefinitely)



∞ (indefinitely) is an melancholy short film about letting go the one person you love the most. How you can lose yourself in heartache and let yourself go in the illusions that your love is still around.

∞ (indefinitely) has also been used for a videoclip of the Belgian band I will, I swear for their song 'Long Days'


10/02/2016

O pior amor é este

o que já é feito de ódio também

Desumanização de Valter Hugo Mãe - Márcia, Camané e Dead Combo



POEMA CONTABILIDADE

venho para te cortar os
dedos em moedas pequenas e
com elas pagar ao coração o
mal que me fizeste

*

o pior amor é este, o que já é
feito de ódio também. o pior amor
é este, o que já é feito de ódio também,
o pior é o amor é este, o que
já é feito de ódio também

Valter Hugo Mãe

18/01/2016

Visita chata, credo!!

I am lost, in our rainbow

This shirt - The Irrepressibles


A clip from the original film 'The Forgotten Circus' by the Director Shelly Love, featuring performers from Circus Space in London.To watch film in full go to www.shellylove.co.uk

19/05/2015

Um fascista do caraças

Ou como ou cinema português não é nada chato.



20/04/2015

Acordares difíceis. Adormeceres demasiado fáceis.

Assim ando eu.

Alarm by Mesai

02/04/2015

Filmes de animação

Sempre gostei de filmes de animação. Era uma forma barata e prática de entreter os meus irmãos mais novos, sem custo algum. Ainda hoje descansam num canto do móvel da televisão as VHS dos filmes que fizeram história cá em casa. Era até costume, sempre que a minha mãe me visitava em Lisboa, trazer um filme para os miúdos, e aquelas cassetes eram vistas e revistas até à insanidade, até se decorarem as falas, os gestos, as músicas -- na altura em que o Youtube ainda não cantava, rodávamos a fita para a frente e para trás até pensarmos ter escrito a letra da música, certinha e direitinha. Um dos momentos altos foi ver o Tarzan, na sala grande do Colombo, para gáudio dos miúdos e meu, há que dizê-lo com toda a frontalidade.

Claro que no início era a Disney, depois veio a Pixar, a seguir a Dreamworks. Depois a Disney papou a Pixar e quem ganha é quem gosta de bons filmes de animação que deixaram, há muito, de ser só para crianças.

Por falar em Dreamworks, são deste estúdio alguns dos filmes mais amados, tão amados que ainda hoje me lembro de falas e cantarolo as músicas -- sim, quando estou sozinha ou distraída, dá-me para as cantorias. São eles O Príncipe do Egipto; José, o Rei dos Sonhos e Spirit.

Como curiosidade, até porque este palavreado todo servia para isso, um vídeo que mostra a evolução do logótipo ao longo de vários filmes.





Só mais uma coisita, os supra-mencionados «miúdos» são actualmente dois rapagões de 28 e 25 anos, um com 1,83 m e o outro com 1,89 m...

23/03/2015

No meu mundo perfeito

Há poucas coisas que me enchem de orgulho. Não digo que não tenha gostos variados e profundos sobre vários assuntos ou pessoas, apenas não produzem em mim aquele sentimento de alegria orgulhosa como o trabalho do meu segundo irmão. Porque um bocadinho dele está em tudo isto e poucos foram os que lá conseguiram chegar.


01/03/2015

A Starry Sunday

24/02/2015

Tell me a story

Se tivesse visto este filme há dois ou três anos, estou certa que teria sido devastador para mim. A empatia com as personagens e o cerne da acção ter-me-iam deixado prostrada e avivado um sofrimento que pensava, então, não ter como diminuir.
O «se» não aconteceu e Cake foi visto com a distância de quem se revê mas sabe que a banalidade «o tempo cura tudo» é tão irritantemente verdadeira que o repetiu para si vez após vez, como se o dissesse àquelas pessoas na tela. 
Cake foi visto por um coração cauterizado e isso, parecendo que não, fez toda a diferença.


23/02/2015

As tangerinas não chegam para travar uma guerra

A delicadeza crua de um filme cuja banda sonora me fará companhia por muitos dias.







11/02/2015

O cinzento tem sombras. 50, diz ela.

Parece ser uma espécie de código começar um texto sobre o fenómeno literário e cinematográfico no título insinuado com um aviso de salvaguarda ao pundonor: eu não li o livro! -- ou a trilogia, vá (expressão de horror e mão no peito). Também não irei ao cinema ver o filme, mas convivo bem com o facto de, mais dia menos dia - particularmente num dia de grande marasmo, ter como certo que o verei.

Pois não li o livro, o que não invalida que opine com toda a propriedade, ainda para mais quando me passaram tantos livros de cordel pelas mãos e alguns com descrições que fizeram corar violentamente os meus virginais vinte anos e os não tão já virginais quarentas da minha mãe. Creio estar então em condições de avaliar a dita trilogia -- Guerra das Estrelas, tu põe-te a pau! -- sem ter feito mais do que lhe olhar para a capa, concluindo um fortíssimo Nah!, não me interessa.

Mas interessa-me tudo o que surge ao redor, como o artigo do Expresso, gentilmente disponibilizado em Cadernos da Libânia. Da mesma forma que me interessa a criatividade de quem vê e parodia, cheio de inteligência e graça. 

Senhoras e senhores, (os meninos e as meninas não podem ver isto, que é para maiores de 16), para vosso real prazer e deleite, As Cinquenta Sombras de Grey em Lego e as As Cinquenta Sombras de Pink! (e para gargalhar a sério, As Cinquenta Sombras de Ellen)






06/02/2015

Gosto de flores e gosto de livros (e de curtas)

A Maior Flor do Mundo - José Saramago

01/10/2014

As estrelas que paguem a conta

Finalmente vi A culpa é das estrelas. Asseguraram-me homens feitos e rapazes pouco impressionáveis que era de chorar do princípio ao fim, mas de chorar mesmo, daquele tipo de chorar que encharca lenços, que pede ajuda à fralda da camisa, que deixa os olhos e o nariz numa lástima, que até dá dores de cabeça.

Este é um chorar que conheço bem, passámos umas temporadas juntos, dias e noites inteiras, incluindo refeições e momentos de lazer. De vez em quando, ainda volta, diz que vem matar saudades - nunca viu uns olhos castanhos ficarem tão líquidos, quase transparentes, como os meus, sempre que me visita.

Foi preparada para tudo que o vi. De peito aberto e lenço por perto. E chorei, chorei muito, nas partes erradas do filme e também nas certas. Não porque a história não me comovesse, não que as personagens não fossem tão deliciosamente normais que quase nos esquecêssemos que é um filme, mas porque perder pessoas dói. 

Perder pessoas que amamos é uma violência para a qual nunca estamos preparados. Quer elas vão de repente, quer saibamos que têm de ir; quer morram, quer apenas se mudem, dói. De zero a dez, muitas vezes são um onze - e isto foi o que realmente me fez chorar nas partes certas do filme e nas erradas também.

26/08/2014

O divórcio

Porque eu sempre terei muito orgulho naquilo que os meus meninos fazem - ou fizeram.

02/05/2014

Não tentem lixar o estagiário


"Le Nouveau" : Sortit en 2007

Réalisateurs :
Fanny Dagoumel, Axel Graux, Antony Lacordaire, Gaelle Lefebvre.

Synopsis : Le directeur de la maison de retraite "Les joyeux pinçons" souhaite remplacer le concierge, qui approche de la retraite, mais comment ce dernier va-t-il réagir face à l’arrivée de nouveaux stagiaires ? Christian, jeune recrue, va-t-il réussir son stage avec succès ?

Voix :
Christian - Loïc Corbery
Eugène - Jean Claude Donda

Musique Originale : Pascal Lengagne

Son : José Vicente

Ecole Supérieure des Métiers Artistiques.Montpellier.France©ESMA.2007

13/03/2014

A mulher e a morte


17/09/2013

Every life and every death changes the world in its own way

Não faço de propósito, garanto que não, não procuro livros ou filmes que falem da morte, para de alguma forma remexer nas feridas. Se os livros são escolhidos em função do autor, os filmes não. Muito menos em função das histórias que contam. Tenho tendência a ver filmes sobre os quais sei nada, escolho-os pelo critério arbitrário da capa e dos festivais em que participaram. É no fim que vou pesquisar, ler críticas, ver o trailer até.

Sobre o filme de ontem, lembrava-me vagamente de algumas opiniões pouco abonatórias sobre a presença de Robert Pattinson, nada mais. O cartaz parecia apontar para mais um filme de domingo à tarde e o título não me entusiasmava por aí além. Comecei, por isso, a vê-lo sem expectativas.

A história que se desenrolou à minha frente não tinha nada de cliché, ou de entretenimento leve e comezinho. Pelo contrário, era pesada, de uma forma suave e dorida, como são as mágoas dentro daqueles que fingem que as ultrapassaram. Uma aprendizagem de sobrevivência, no ciclo constante dos ganhos e perdas.


Whatever you do in life will be insignificant, but it's very important that you do it 'cause nobody else will. Like when someone comes into your life and half of you says: "You're nowhere near ready". And the other half says: "Make her yours forever".
Michael, Caroline asked me what would I say if I knew you could hear me. I said: "I do know. I love you. God, I miss you, and I forgive you".