Se tivesse visto este filme há dois ou três anos, estou certa que teria sido devastador para mim. A empatia com as personagens e o cerne da acção ter-me-iam deixado prostrada e avivado um sofrimento que pensava, então, não ter como diminuir.
O «se» não aconteceu e Cake foi visto com a distância de quem se revê mas sabe que a banalidade «o tempo cura tudo» é tão irritantemente verdadeira que o repetiu para si vez após vez, como se o dissesse àquelas pessoas na tela.
Cake foi visto por um coração cauterizado e isso, parecendo que não, fez toda a diferença.