Tinha prometido a mim mesma «para lá, nunca mais!». E disse-o, repeti-o e escrevi-o amiúde, para memória futura do meu convencimento. Durante cinco anos consegui manter a promessa, mas este ano... ah, este ano! Por um acaso, uma conjugação de factores estranhos e um alinhamento transcendental dos planetas, vi-me de novo lá. Como se nunca de lá tivesse saído. Os dias organizam-se agora em blocos e intervalos fixos e escadas acima e escadas abaixo e um corrupio de caras que vou tentando não esquecer nem baralhar. Voltei. Sem retorno? Por enquanto...