15/01/2013

Where there is a flame, someone's bound to get burned

Try - P!nk


Humm, só agora me dou conta que a Pink afinal é P!nk. Apesar disso, gosto da música e daquele vídeo meio luta greco-romana, meio ballet contemporâneo e da letra. Claro, da letra.

14/01/2013

Sabes bem que não minto, tonto. Meu mal é ter verdade a mais

São 15 minutos de excelente música que ouço num repeat constante (como toda a música de que gosto, até a esgotar, até tirar dela todos os pensamentos e as sensações), principalmente esta versão de "Amor Afoito".

Silêncio, que a Ana Moura vai cantar Desfado.



Amor Afoito - Ana Moura

Dou-te o meu amor
se mo souberes pedir, tonto.
Não me venhas com truques,
pára, já te conheço bem demais.

Dou-te o meu amor
sem qualquer condição, por ora.
Mas terás de provar que vales mais
que o que já mostraste ser.

Se me souberes cuidar,
já sei teu destino.
Li ontem a sina,
a sorte nos rirá, amor.

Se quiseres arriscar,
não temas a vida.
Amor, este fogo
não devemos temer.

Dou-te o meu amor
em troca desse olhar, doce.
Não resisto e tu tão bem sabes.
Tenho raiva de assim ser.

Tudo em mim, amor, é teu,
podes tocar, não mordo.
Sabes bem que não minto, tonto.
Meu mal é ter verdade a mais.

13/01/2013

Sou uma fútil!

Desejos para 2013

Comprar um frigorífico branco com o meu dinheiro.

12/01/2013

Dai-nos paciência.

Há doenças tão estranhas, mas tão estranhas, que só manifestam a necessidade de visitar urgências aos fins de semana e dias feriados.

11/01/2013

Oscilações

A imagem tem o poder de enganar muito, a palavra tem o poder de mentir muito.
Pedro Paixão, Quase gosto da vida que tenho 
Rage_by_Caliban13 @ dA

10/01/2013

Fernando e Ofélia

namoraram por carta. Se fosse hoje, trocariam emails?

O meu amor é pequeno,
Pequenino não o acho.
Uma pulga deu-lhe um coice,
Deitou-o da cama abaixo.

Os políticos portugueses são pessoas de visão

O estado tem sido sucessivamente acusado de gastar milhões em auto-estradas que nãos servem os portugueses.
O estado tem sido sucessivamente acusado de não criar condições de trabalho ao número galopante de licenciados desempregados.
O estado tem sido sucessivamente vítima de má-fé e bílis negra.
O estado português criou quilómetro e quilómetros de postos de trabalho, para que os milhares de licenciados desempregados pudessem exercer profissões liberais, legalmente apoiadas com os recibos verdes, do norte ao sul do país, sem esquecer o combate à desertificação no interior.
Os políticos portugueses são pessoas de visão e uns incompreendidos, é o que são.






(Estou a meia dúzia de horas de incluir no meu CV a seguinte nota de rodapé: Com quem é que eu tenho de dormir, para ter trabalho?. Maneiras que é isto.)


09/01/2013

Take me somewhere nice



06/01/2013

Do fundo do coração



A todos os que leram, ouviram, viram, e tudo junto.
A todos os que entenderam, desconfiaram ou ainda estão para saber.
A todos os que me fizeram rir, chorar de rir e ouviram chorar.
A todos os que deixaram palavras e abraços e aos que deram tudo isso e miminhos de chocolate.
A todos os que já estavam, regressaram e chegaram em andamento.
A todos os que se sentaram e esperaram, me empurraram e desesperaram.
A todos os que ficaram em silêncio, por não saberem o que dizer.
A todos os que fizeram este último ano mais suportável, apesar de tudo, de todas as perdas, de todos os cansaços.
A cada um de vocês, diferente dos outros, mas tão, tão especiais, do fundo do meu coração, obrigada.

04/01/2013

Quem pôs aquele hífen a segurar a saudade?

Há um baloiço pendurado em caudas de cometas
de onde observas o nosso mundo e questionas,
por certo questionas,
a poeira do espaço e o leite derramado
entre as estrelas.

Inclina-te nesse assento alado,
interessa-te uma vez mais pela rotina
entediante dos dias que passam
em acelerado vagar.
Vês-me? Consegues ver os meus cabelos arruivados, à mesma luz
de janeiro que já passou?
Hoje não me maquilhei, mas vesti a minha saia das pregas
e calcei as minhas meias pretas.

Não foi assim. Hoje calcei as
minhas meias pretas e pintei os olhos
de cinzento escuro
bem carregado pelo negro do lápis,
desafiando a ordem do acaso.
No meu dedo, a prata martelada não cumprirá o seu papel,
foi substituída por duas metades frias de metal que
aproximo à licra negra,
cheias de intenções malignas, e que me
estremecem  no ranger do corte:
bem-vindo ao caos!
A perfeição é incomodativa.

Inclina-te mais um pouco.
Vês-me? Vês as malhas da minha meia?
Sou uma punk de saia às pregas e
meias rotas, miragem no deserto de areia,
onde só o vento remexe o tecido,
como mãos grandes e macias que me arrepiam.
Levanto a saia acima da medida
da decência: é preciso que vejas
as marcas nas meias, é preciso
que saibas que elas estão
irremediavelmente quebradas,
que as meias, como eu, não voltarão a ser as mesmas.

Sai desse baloiço e vem ver com o mesmo
despudor da primeira vez
as minhas pernas nuas
aos teus olhos, enegrecidas de espanto!

Não vens? Que faço às meias?
Não servem para nada.
Nada é tudo o que resta,
resto de amargura,
amarga saudade,
saudoso lamento,
lamentável estado
vazio.

Baixo a saia. Aperto o casaco.
O caos mitiga as certezas.
Tudo o que sei é que esse baloiço
está alto demais e eu tenho vertigens
e um diferendo com Caronte.

Balança, pequeno encantador de estrelas,
e pergunta à ursa maior se o frio do inverno
ficará para sempre.

[é impossível que já tenha passado um ano]

01/01/2013

De ti só espero que me deixes saudades

Bom Ano!


Vá, fãs do Assassin's Creed, saltem cá para fora. ;)