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14/12/2016

A melhor prenda de Natal de todos os tempos

Melhor que A Minha Agenda ou os chocolates Fantasias de Natal, melhor do que o tradicional par de meias ou o pijama polar, é... (rufo) o meu livro, pois claro. Fará as delícias de qualquer presenteado e permitirá o aumento de consultas no psicólogo (temos de ser uns para os outros). É só procurá-lo na Livros de Ontem ou na FNAC, embrulhar bem embrulhadinho e oferecer. Garanto que não se vão arrepender («olhe que não!, olhe que não!»). Estou sempre a pensar no vosso bem*.



Críticas de quem disse bem (as outras não interessam, como é óbvio)
Álvaro Cordeiro - Texto setuagésimo primeiro
Carina Pereira - Um Amor Morto, de Carla Pinto Coelho (opinião)
FATifer - O último que acabei de ler…




*no fundo, só me interessam os direitos de autor, pois que quero ir de férias à custa do livro...

24/12/2013

A um passo do Natal

No Natal, há quem prefira acompanhar a Mariah e espalhar os desejos natalícios a um ritmo dançante. Eu prefiro guardar para mim a vontade de voltar a casa, uma casa que fosse outra, com aromas e ritmos mais meus e um concreto par de sapatos espalhado com os meus saltos altos.


Mais uma vez, os enfeites da árvore cá de casa são as estrelas dos meus postais.

21/12/2012

Deixem-me contar-vos uma coisa que vocês não sabem

Apesar de toda as emoções espiraladas que ando a sentir, estou há um valente par de horas muito bem disposta, o que é bom, porque desperta em mim o lado fofinho e confidente que poucos veem. 

Ao longo destes anos, aqui no blogue, já vos contei muita coisa, a maior parte ninguém percebeu (era mesma essa a intenção), outra grande parte foi facilmente percebida, e hoje apetece-me falar-vos das minhas crianças.

Durante nove anos, fui uma espécie de catequista (digo-vos isto assim, para que entendam, uma vez que não sou católica) e guardo desses tempos uma saudade imensa. Passaram pelas minhas mãos e colo e abraços uma série de miúdos que hoje me enchem de orgulho quando os vejo grandes, a fazer coisas, a namoriscar uns com os outros até.

O melhor desses tempos não era o que eu lhes ensinava, mas aquilo que eu aprendia quando eram eles a explicar os grandes mistérios da vida. Bastava um bocado de tecido e umas cartolinas, uns colares e muita imaginação para se ser tudo. Claro que os teatros nunca eram como se ensaiava, eram melhores, porque eram eles na sua inocência a ser simples.

Ao ver este vídeo, não pude deixar de me rir, porque nos revi em muitas coisas.
Independentemente da vossa cor religiosa, digam lá se os miúdos não têm estilo a contar e a dar vida ao que sabem? :)))

The Christmas story

www.stpauls.org.nz