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14/12/2016

A melhor prenda de Natal de todos os tempos

Melhor que A Minha Agenda ou os chocolates Fantasias de Natal, melhor do que o tradicional par de meias ou o pijama polar, é... (rufo) o meu livro, pois claro. Fará as delícias de qualquer presenteado e permitirá o aumento de consultas no psicólogo (temos de ser uns para os outros). É só procurá-lo na Livros de Ontem ou na FNAC, embrulhar bem embrulhadinho e oferecer. Garanto que não se vão arrepender («olhe que não!, olhe que não!»). Estou sempre a pensar no vosso bem*.



Críticas de quem disse bem (as outras não interessam, como é óbvio)
Álvaro Cordeiro - Texto setuagésimo primeiro
Carina Pereira - Um Amor Morto, de Carla Pinto Coelho (opinião)
FATifer - O último que acabei de ler…




*no fundo, só me interessam os direitos de autor, pois que quero ir de férias à custa do livro...

30/10/2016

Agora que a sexta-feira passou

O dia começou bem cedo, antes da hora apontada para o encontro. 9h30, sem surpresas, atrasou uns minutos. É assim que começam dias especiais que contam -- com a perspectiva de aventuras insuspeitas. De que falam as pessoas que se conhecem há anos? Da vida toda, todas as horas do dia, até à madrugada. 

A cidade ruge e agita-se a cada passo, numa emotiva confusão de sons, cheiros e cores, que há muito era esperada -- Lisboa será sempre a casa a que se regressa com todo o prazer. Muitas horas mais tarde e alguns sacos de compras depois, novo encontro a horas mais ou menos marcadas, sem atrasos. De que falam as pessoas que acabam de se conhecer? Da vida quase toda, todas as horas da tarde, até à despedida. 

À hora quase marcada, com caras que ficaram conhecidas, falou-se do medo, da morte, da alegria, da vida. Falou-se de tudo, até do que ficou subentendido. Falou-se de quase nada. No fim, uma gratidão imensa e um carinho enorme por todas as queridas pessoas que escolheram estar comigo -- foram o melhor de tudo.

A despedida da cidade acompanhou a subida do nevoeiro. Uma inclinação do dia que arrefeceu o ar. Deixo o bulício para trás. Trago a mochila pesada e o coração cheio. Há dias assim. 



26/10/2016

Esta sexta-feira

Parece que o dia 28 é já esta sexta-feira, o que quer dizer que eu tenho de sair do vale onde me desterrei, preparar um saco com algumas coisas e viajar até à capital, para falar do único texto sobre o qual não tenho vontade de dizer coisa alguma.

É assim que a vida ensina os tontos a pensarem duas vezes antes de fazerem coisas para as quais não estão preparados.

Por isso, caríssimos, sexta-feira, pelas 19h30, numa rua de Benfica que só sei ser perto do cemitério (Rua Cláudio Nunes, 87 A), lá estarei, contente e passeada, para conhecer os doidos que me compraram o livro (e os que o quiserem comprar, e os que só lá vão porque não conseguiram bilhetes para ir ver a bola).




21/09/2016

Convite

É oficial, a primeira apresentação do livro está marcada para dia 28 de Outubro, em Lisboa (Benfica). Esta é a parte fácil, marcar um dia, o pior será pensar no que dizer. Se os meus querídissimos leitores mais experientes no assunto me quiserem dar umas dicas, aceito-as com toda a alegria. E, claro, estão todos convidados a aparecer, mais não seja para ficar a conhecer muitos de vocês.