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09/04/2020

21/05/2019

Nunca mais são horas


de voltar para ti e para ti.

12/02/2019

O melhor de tudo

O melhor de tudo é a distância - um quarto de hora em passo de passeio vai sabendo pela vida.

06/02/2019

Exausta.

Mentalmente de rastos. Vales-me tu e a nossa casa - refúgio do Mundo mau.

01/02/2019

Não importa

Não importa quão felizes e realizados nos sintamos, há sempre um dia em que uma área da nossa vida nos obriga a respirar bem fundo e a contar até mil.

30/01/2019

Voltar sem retorno (por enquanto)

Tinha prometido a mim mesma «para lá, nunca mais!». E disse-o, repeti-o e escrevi-o amiúde, para memória futura do meu convencimento. Durante cinco anos consegui manter a promessa, mas este ano... ah, este ano! Por um acaso, uma conjugação de factores estranhos e um alinhamento transcendental dos planetas, vi-me de novo lá. Como se nunca de lá tivesse saído. Os dias organizam-se agora em blocos e intervalos fixos e escadas acima e escadas abaixo e um corrupio de caras que vou tentando não esquecer nem baralhar. Voltei. Sem retorno? Por enquanto...

02/06/2015

Retalhos da vida profissional

Ainda só vou nas pêras e já tenho as mãos numa desgraça. Quando chegar à abóbora... nem quero pensar!

06/08/2013

O trabalho aquece

Há a ideia generalizada que quem está desempregado não faz nada. Nadica de nada, um dolce far niente constante, sem horários, sem preocupações, relaxe total. Pois bem, desde que fiquei oficialmente em condição desempregada, outra vez, que a minha vida é um corropio tal que ando presa por arames. 

Só de pensar que a qualquer me momento me batem à porta dois monstrinhos aos gritos de contentes, vulgo sobrinhos, até se me arrepia a pele. Não me entendam mal, adoro os meus garotos, mas o meu desejo de uma tarde tranquila é tal que era capaz de trocar metade dos meus livros para a ter.

Infelizmente, este trabalho todo não tem direito a remuneração, mas alguém tem de o fazer.

Desculpem-me muito, muito, porque nem vos visito, nem comento, mas nem ao meu venho. À noite, tudo o que apetece é dormir e não pensar.

Juntem a isto os nervos de mandar currículos, não ter resposta, viver todos os dias na corda bamba, estar já a duvidar de todas as capacidades e habilidades, e lá se vai a ideia de que estar desempregado é um mar de rosas. E sem subsídios, que os trabalhadores independentes que passam recibos verdes não têm direito a estas regalias, só a pagar bem à SS.

Maneiras que preciso de férias. Ou mais uma chávena de café. Talvez de ir à praia, que ainda lá não fui este ano. Ou então de trabalho pago, estável - lol -, e coiso.

02/05/2013

Publicitando o meu trabalho qual empreendedora

Já uma vez tinha aqui lamentado a minha inépcia para promover e divulgar o meu trabalho, mas como é preciso ser empreendedora e bater não sei quê a não sei quem e ser proativa e flexível, pois que decidi deixar ali um discreto anúncio a um dos 38628 trabalhos que faço - revisão de texto.

Por isso, se precisam que vos revisem textos académicos ou outros, se conhecem alguém que esteja aflito com as desgraçadas das vírgulas, não se acanhem, falem comigo. É um serviço bem feito e baratinho - OMD, nunca pensei vir a escrever tal! -, com possibilidade de negociação, que eu não ando cá para me aproveitar das pessoas.

Era só isto. Ide e passai a palavra.

Fico à espera das toneladas de emails que me vão mandar e dos quilos de textos que precisam da minha sabedoria académica. Não vejo a hora de ficar rica e poder comprar um frigorífico