O amor verdadeiro
[...]
Não acredito. Volta para casa.
Não volto, vamos fazer isto de uma forma civilizada.
Civilizada? Tu vais ver.
Ao fim de seis dias, sem qualquer hipótese, comecei a ver. Voltei para casa.
A minha mulher, em desespero, atentou contra a sua existência sem a elegância das boas famílias. A sua tia disse-me, com um sorriso desfeito, saía eu do quarto de hotel
Faz o que tens a fazer.
Nunca mais a vi.
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Patrícia Reis (2009). Antes de ser feliz. Dom Quixote. pp. 51-52