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18/02/2015

O amor não acontece à tua porta

A rosa e o espinho - Donna Maria


11/07/2011

Porque hoje acordei arrogante

16/03/2011

Anti-repressivos

Anti-repressivos - Donna Maria
Quero mais de ti, quero mais de mim
Quero mais de toda a gente, que todos juntos façam frente
Que os mudos gritem alto que todos façam algo
Que torne o coração mais quente
Convençam o vizinho que ninguém ganha sozinho
Que a batalha é muito dura e será dente por dente.
Comer comida "light" para que a roupa nos assente
O corpo está saudável mas a mente está demente.
Que consciência é esta que finge que não vê.
A fome é bem real e não é só na TV
A esperança nunca morre a não ser para quem não come
A guerra não perturba a não ser a quem não dorme.

14/05/2009

Eu olho a cidade... e tu?


erdida nas janelas da alma, olho as cidades sem tempo...

Mentira, num olho, num olho, na verdade verdadeira verdadinha vejo apenas árvores pois que moro na aldeia; no entanto, achei que era bonito cantar um bocadinho antes de escrever, até porque não faço a mínima ideia do que vai sair daqui!

Ideias profundas não há, a frase do blog anterior esgotou-me a inspiração, pelo que estou assim com'ó deserto quando o calor aperta e o vento sopra, arrancando os frágeis arbustos e fazendo-os rolar pelas cidades abandonadas do Faroeste... não vejo bem qual é a causa-efeito entre desertos e faoestes, mas voltámos às cidades, donde tomo como certo ser o indício de qualquer coisa...

Cidades.

Divaguemos sobre elas.
Pensemos sobre a sua importância.
Temos As Cidades e as Serras, mas a serra agora só nas festas do Natal e Fim de Ano, porque a malta é fina e gosta de coisas à grande.
Preferíamos todos Praia! Quem mandou descontrolar o Planeta? Agora apertem-se, agasalhem-se e não saiam de casa sem chapéu-de-chuva.

Cidades.
Eu gosto de cidades.
Cidades abertas, com movimento, com rio...
Gosto da Figueira, gosto de Roma e gosto de Lisboa (esta enumeração não ficou lá grande coisa, mas foi o que se pôde arranjar!)

Cidades - Lisboa.
A Capital sempre me fascinou.
Representava um Portugal muito mais à frente daquele que conhecia, vivendo na minha aldeiazinha.
Representou o meu grito do Ipiranga.
Representou a minha definitiva emancipação.
Representou 6 anos da minha vida.
Representou uma Formação que me serviu apenas para me moldar e me abrir os olhos ao mundo...

Lisboa - 10 anos depois.

Representa hoje ainda mais do que representou no meu passado recente.
Representa um mar de oportunidades, de novas experiências, de novos desafios.

Lisboa - A visita.

Cada vez que lá volto, é como se nunca lá tivesse ido.
Cada vez que lá volto, alguma coisa acontece.

Lisboa.

Continua a exercer em mim o mesmo fascínio de sempre.
É parte de mim, inseparável de mim...



Melhor parar por aqui, as ideias estão a dispersar-se... não sei muito bem onde comecei, nem onde fui acabar...

Perdida nas janelas da alma, olho as cidades sem tempo... ("Aqui tão perto de ti" in Tudo é para sempre, DonnaMaria)

29 Maio 2008

Sempre para sempre

Tanto já se escreveu sobre o amor no espaço real e virtual.
Visões mais adocicadas, revoltadas, amargas, sonhadoras, irreais, demasiado reais, desiludidas, bastante iludidas... visões pessoais, visões de terceiros, visões copy-paste.
Hoje apetece-me falar do Amor, mas não tenho nada original ou muito inovador para acrescentar a tudo o que já foi dito.
Por isso, deixo mais uma música dos Donna Maria, uma definição de amor declamada pelo Gil do Carmo.


Sempre para sempre

Musica: Ricardo Sotna e Gil do Carmo
Letra: Miguel A. Majer


Há amor amigo
Amor rebelde
Amor antigo
Amor de pele

Há amor tão longe
Amor distante
Amor de olhos
Amor de amante

Há amor de inverno
Amor de verão
Amor que rouba
Como um ladrão

Há amor passageiro
Amor não amado
Amor que aparece
Amor descartado

Há amor despido
Amor ausente
Amor de corpo
E sangue bem quente

Há amor adulto
Amor pensado
Amor sem insulto
Mas nunca tocado

Há amor secreto
De cheiro intenso
Amor tão próximo
Amor de incenso

Há amor que mata
Amor que mente
Amor que nada mas nada
Te faz contente me faz contente

Há amor tão fraco
Amor não assumido
Amor de quarto
Que faz sentido

Há amor eterno
Sem nunca talvez
Amor tão certo
Que acaba de vez

http://www.youtube.com/watch?v=hAeiVae73GI

25 Setembro 2007