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08/03/2013
17/06/2012
Como um barco amarrado ao cais
Como um barco amarrado ao
cais, assim estou eu. Quero perder-me
entre ondas e marés, deixar que me
levem, não ter de decidir. Quero
que o sal me macere a pele e o
sol me doire e eu deixe de ser
como sou. Quero que a água me
lave por dentro e a espuma escorra
pelos meus dedos. Quero afogar-me
em silêncio e vazio. Que caiam as pontes,
que as margens se afastem até ao
infinito e eu não tenha como voltar. Se
perder os remos, melhor, não sei nadar e
ali me perco, sem vontade de me
encontrar. Preciso largar-te na
profundidade dos abismos, bater contra
as rochas e naufragar.
cais, assim estou eu. Quero perder-me
entre ondas e marés, deixar que me
levem, não ter de decidir. Quero
que o sal me macere a pele e o
sol me doire e eu deixe de ser
como sou. Quero que a água me
lave por dentro e a espuma escorra
pelos meus dedos. Quero afogar-me
em silêncio e vazio. Que caiam as pontes,
que as margens se afastem até ao
infinito e eu não tenha como voltar. Se
perder os remos, melhor, não sei nadar e
ali me perco, sem vontade de meencontrar. Preciso largar-te na
profundidade dos abismos, bater contra
as rochas e naufragar.
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