Fazes-me perguntas às quais não quero responder. Conheces a minha tristeza pelo silêncio, lês nas entrelinhas do que não escrevo, adivinhas as notas falhadas da música que te vou dando, e é por coisas assim que te vou conservando nas profundidades do meu passado. Tudo o que supões está certo, não há muito mais por onde explicar.