Sou um repositório barroco. Dentro de mim, tudo é teatral, rebuscado, exagerado, grotesco. Oscilo num mar elíptico que transborda nas margens do que sou e do que queria ser. Cornucópias, torcidos, dourados, jogos de sombras, pequenas chamas de esperança, serpentinas e turbilhões, medos mínimos com megafones. Nada é simples, nada é linear.
| Valerie Galloway, Charlotte |