11/01/2016

Amamos mais os nossos mortos

que os nossos vivos. Não lhes negamos habitação na memória, nem tempo consumido no pensamento. Não lhes negamos a presença nas conversas com os outros, nem a satisfação dos desejos póstumos que em vivos nos foram tão caprichosos. Temos sempre tempo para os chorar, quando em vida raramente tivemos tempo para lhes sorrir.

Odeio homenagens póstumas!