não quero ir. É já uma saudade de casa que me pesa na mala meio desfeita em cima da cama. Os gestos tornam-se lentos, a memória esquecida até da lista anti-esquecimentos escrita muitos dias antes. Não quero ir.

Cada vez que já parti, não quero voltar. Voltar para quê? Voltar para o quê? Não quero voltar.