O sítio do costume onde toda a gente mostra a cara, na melhor das hipóteses, pelo menos na mais decente, devia chamar-se Vanity Fair. E ter como cor distintiva o dourado, o símbolo todo ele em elegantérrimos cristais Svarovski e muita realeza -- oh! sim, muita realeza --, sem bruxas más, só o lado rosa dos contos de fadas.
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