As pessoas que nos falam dos outros são normalmente desinteressantes. Quando nos falam de si mesmas são quase sempre interessantes, e, se fôssemos capazes de calá-las quando se tornam aborrecidas, com a mesma facilidade com que podemos fechar um livro de que nos cansámos, seriam absolutamente perfeitas.
WILDE, Oscar (1993). Intenções -- quatro ensaios sobre estética. Lisboa: Edições Cotovia. pág. 85.
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