25/01/2013

Inesperados encontros

Tropeço em ti. Duas vezes. Nem sequer te procurava. Foi num acaso, o bar do acaso? Questiono. Não tenho respostas. Saíste-me ao caminho, em silêncio. Olhaste-me com os mesmos olhos, das duas vezes, castanhos no teu jeito de me perguntar: Já te esqueceste? Quero dizer-te que sim, que tenho desejado que sim. Não, não me esqueci. E é num só momento tanta a falta que te sinto. Grande. Como tu. Não há textos perfeitos. Este é só mais um exemplo.