Retirado de Expresso
Leonor Veiga
Já se viu várias pessoas ganharem fama e uma carreira depois de passarem por este género de programas, como foi o caso de Susan Boyle no Britain's Got Talent.
Mas Kseniya Simonova acabou por revelar-se de forma surpreendente, se tivermos em conta o tipo de talento utilizado no programa Ukraine's Got Talent. É que o que levou a ucraniana à vitória foi a arte que consegue criar através do manuseamento de... areia.
Com apenas uma mesa iluminada, música de fundo e areia, esta artista conta a história da invasão da Alemanha durante a II Guerra Mundial, utilizando os dedos para desenvolver a animação.
Vitória no programa e na Internet
Esta exibição exibida ao vivo na final do Ukraine's Got Talent e, depois, disponibilizada na Internet, emocionou não só o júri como o público em geral.
A prová-lo está o facto de ainda hoje as pessoas continuarem a visitar e comentar o vídeo colocado no YouTube, tornando-o um dos maiores sucessos neste canal, com mais de 17 milhões de visualizações.
Ora veja:
fenomenal
ResponderEliminarnao ha palavras..
Fiquei comovida e fascinada.
ResponderEliminarO ta|ento não se faz... Cu|tiva-se.
ResponderEliminar=)) gostei!
ResponderEliminarÉ destas coisas que eu sinto inveja...
ResponderEliminarirei eu pro inferno?
vou chorar:)
M.:
ResponderEliminarNão vais nada!
É uma inveja resignada, das que não fazem mal a ninguém, nem a ti. ;)
E esta hã??? Ah pois é! E que talento!!! Mas nem sabia que esse concurso já havia chegado à Ucrânia!!
ResponderEliminarFilipe:
ResponderEliminarAinda bem que chegou!
O que é feito do meu comentário? Será que me esqueci de carregar no publicar comentário? Isto de as mensagens só aparecerem depois da autorização do autor do blog às vezes tem destas coisas.
ResponderEliminarDaniel:
ResponderEliminarNão comentários por moderar e não li nada teu.
Não censuro comentários, embora já me tenha acontecido ter rejeitado dois da M. por engano.
Se só aparecem depois de os autorizar é para orientação minha, nada mais.
Não precisas de reclamar, já me aconteceu o mesmo no teu blogue por me esquecer de pôr as letras de verificação e só ter dado por ela quando voltei lá e não o vi.
Fiz a mesma pergunta que fizeste agora, com a diferença que não me respondeste, eu é que deduzi o que tinha sido.
Desculpa lá se pareci zangado. Não estou nada zangado. Expressei-me mal, com certeza. É óbvio que fui eu que me esqueci de o enviar. Aliás era esse o propósito do meu comentário, atrapalhei-me. No meu não tenho moderação, mas não levo a mal ninguém que tenha, não tenho problema nenhum com isso. Se calhar tens razão, até é mais fácil assim controlar as mensagens que vão chegando.
ResponderEliminarMas voltando ao que interessa, o video é incrível. Sendo eu alguém que se interessa por Artes Visuais e que sei desenhar uns traços dou bastante valor a esta artista.
Simplesmente épico!
ResponderEliminarDaniel:
ResponderEliminarPronto, não se fala mais isso, essas coisas acontecem. :)
Eu fico impressionada com o traço, é que ela tem areia nas mãos!
Kenny:
ResponderEliminarSim! :)
O facto de o desenho ir mudando, desaparecendo para dar lugar ao um novo é algo extremamente inovador. Eu sou daqueles que acha que a pintura e desenho dum modo geral estão mortos. Mas de vez em quando lá vem alguém inovador.
ResponderEliminarSim, Daniel, é inovador e interessante porque assistimos a todo o processo da criação.
ResponderEliminarAgora, não consigo deixar de lamentar que nenhum daqueles desenhos se fixe, permaneça no tempo para ser apreciado em todo o seu esplendor.
Olha, curioso que penso o mesmo que tu. As fotos daquela altura parecem todas iguais!!!
ResponderEliminarPensando bem, nem foi há tantos anos como isso...e no entanto parecem dos anos 60!!!
Eu já nem olho para as minhas, aquilo é mau de mais!!!!!!!
ResponderEliminarlol
Os desenho em areia caracterizam-se por serem particularmente efémeros. Não sei se viste e te lembras de 2 filmes com mais de 10 anos: 7 anos no Tibete e Kundun. Em ambos apareciam desenhos em areias de várias cores a serem feitos e logo de seguida serem destruídos. Acho que a ideia é também demonstrar que nada é para sempre. Penso que sim, apesar de não ser nenhum especialista em artes orientais.
ResponderEliminarExato, eu entendo o porquê, ainda assim lamento. :)
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