Esta fotografia foi tirada na praia da Figueira, num dia de temporal incrível. O vento era tanto que não conseguia tirar fotos focadas e o mar rugia de forma assustadora! Foi lindo. :)
oh mar salgado mar quantas vezes na tristesa te procurei sempre escutas choras a meu lado sempre aconcelhas tua ausencia nunca esteve presente oh mar salgado mar
Rui Sousa: Eu sei que o que escreveste é teu e aquele de que me lembrei está incluído na 'Mensagem', do Fernando Pessoa. Eu apenas escrevi que ao ler o teu me lembrei do outro, o pensamento em teia tem destas coisas.
Kenny: O silêncio será a ausência de som. Será? Será que conseguimos alcançar esse total estado de não som? E o ruído do nosso pensamento? Por mais simples e imperceptível que seja não fará ele barulho?
M.: Dei-me conta, até por experiência pessoal, que o falar constante acontece quando não se sabe estar em silêncio. Proferem-se filas de palavras vazias e ruidosas o bastante para afastar o bicho papão do silêncio.
Não, estamos todos inquietos... E quando tal sentimento ou sensação (não sei bem o que é...) desaparecer de nós, será o fim. Porque teimo em não me acabar, alimento fervorosamente a inquietudo como atitude de vida. Gostei do seu blogue, vou ficar por aqui. Beijo.
eu gosto do silêncio da natureza de vez em quando
ResponderEliminarmas gosto ainda mais dos barulhos da natureza... basta o som do mar encrespado ...
Esta fotografia foi tirada na praia da Figueira, num dia de temporal incrível.
ResponderEliminarO vento era tanto que não conseguia tirar fotos focadas e o mar rugia de forma assustadora!
Foi lindo. :)
nada como refletir perante o mar...
ResponderEliminaroh mar salgado mar
quantas vezes na tristesa te procurei
sempre escutas
choras a meu lado
sempre aconcelhas
tua ausencia nunca esteve presente
oh mar salgado mar
RSousa
Muito boa a fotografia. O enquadramento, a textura... faz lembrar uma paisagem surrealista. Uma grande fotografia.
ResponderEliminarRSousa:
ResponderEliminarLembras-te ou outro mar salgado.
"Oh mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal"
:)
Daniel Antunes:
ResponderEliminarObrigada. :)
Quando a vi no PC percebi que era mais bonita do que o que me pareceu à primeira vista e nem foi preciso mudar-lhe muito a cor.
É engraçado, ontem estive num café a discutir a acção 'ouvir o silêncio'. Uma das propriedades do silêncio não é exactamente não ser audível? :-)
ResponderEliminarA fotografia está excelente!!
esse é da minha autoria... linda...
ResponderEliminaro outro é do pessoa ... quem sou eu para idoniar tal obra
esse é da minha autoria... linda...
ResponderEliminaro outro é do pessoa ... quem sou eu para idoniar tal obra
Estranho. A foto remeteu-me para o Paris-Texas...
ResponderEliminarO silêncio é muito mal apreciado. Difícil de encontrar. E quando existe as pessoas assustam-se...
Rui Sousa:
ResponderEliminarEu sei que o que escreveste é teu e aquele de que me lembrei está incluído na 'Mensagem', do Fernando Pessoa.
Eu apenas escrevi que ao ler o teu me lembrei do outro, o pensamento em teia tem destas coisas.
Kenny:
ResponderEliminarO silêncio será a ausência de som.
Será?
Será que conseguimos alcançar esse total estado de não som? E o ruído do nosso pensamento? Por mais simples e imperceptível que seja não fará ele barulho?
Quanto à foto... obrigada. :)
M.:
ResponderEliminarDei-me conta, até por experiência pessoal, que o falar constante acontece quando não se sabe estar em silêncio. Proferem-se filas de palavras vazias e ruidosas o bastante para afastar o bicho papão do silêncio.
Eu gosto tanto de estar em silêncio... :)
Kenny:
ResponderEliminarAquela foto foi trabalhada no Picasa. ;)
Não, estamos todos inquietos... E quando tal sentimento ou sensação (não sei bem o que é...) desaparecer de nós, será o fim. Porque teimo em não me acabar, alimento fervorosamente a inquietudo como atitude de vida. Gostei do seu blogue, vou ficar por aqui. Beijo.
ResponderEliminar:)
ResponderEliminarSeja muito bem-vindo, José, sinta-se em casa.