É tempo de aprender a ver com olhos de ver os sinais que tanto gostamos de ignorar, os sinais que interpretamos do avesso, porque "quanto mais me bate, mais gosta de mim", porque as amigas bem intencionadas remexem nos factos à procura de indícios tolos, porque os filmes/livros/músicas românic@s exploram à exaustão os jogos de palavras e as dificuldades que provam que no fim tudo ficará bem.
Não fica.
O tempo vai passando e nada acontece, pois bem, é porque não vai acontecer mesmo nada (ainda que alguém jure conhecer alguém que esperou 100 anos por outro alguém e agora vivem felizes para sempre).
Eu sei isto.
Por muito que custe admitir, por muito humilhante que possa ser para a nossa dignidade (não é a nossa, é a minha)... por muito humilhante que possa ser para a MINHA dignidade, acabou.
Se o telefone não toca, é porque ele não quer ligar.
Se as SMS ficam sem resposta é porque ele não quer responder.
Se os emails não têm retorno, é porque ele não quer.
Não é porque um qualquer ente dificulta as coisas, é porque ele não quer.
Chega de brincar com as palavras e justificar o que não tem qualquer justificação.
GAME OVER.
game_over_by_stripedheart

Lança (de novo) os dados...
ResponderEliminarEláaaaa.... como é que anda esse coração!!
ResponderEliminarDeita cá para fora! :)
beijo
Sutra
Anda a cansar-se, caro Sutra, anda a cansar-se.
ResponderEliminarPelos vistos, é consequência dos 30, a gente farta-se e desliga. :)
Estou a ver que há muito nabo por aí...
ResponderEliminarMove on, é o que te posso dizer...
Não quer? Azar o dele!
Bjinho
A nabice foi minha, Marquês, eu sabia com o que podia contar, só que aquela coisa tão feminina do "pode ser que não seja tanto assim" é que me enredou completamente.
ResponderEliminarAs coisas não são tão lineares... e daí até serão. Quando a gente gosta, corre atrás, se não gosta, não corre, 'simple as that'.
As justificações são desculpas para não ter chatices.
:)
O pior é isso mesmo... Agora é só erguer e viver.
ResponderEliminar"Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida"
ResponderEliminar"E entretanto o tempo fez cinza da brasa
ResponderEliminare outra maré cheia virá da maré vazia
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida."
:)
Obrigada.
Eu encaro os finais como novos começos. A coisa tende a correr melhor do que parece. :)
ResponderEliminar=)
Só que às vezes os recomeços são tipo os teus dedos frios na guitarra. :)
ResponderEliminarEu terminei uma relação de anos este Verão, e pensei que a minha vida perdia muito do seu sentido, visto que quase todos os objectivos que tinha passavam por ela.
ResponderEliminarQuando se acaba uma relação acabamos sempre por andar meio frágeis e apaixonamos-nos por tudo o que nos dá atenção (isto está mais que provado). Aconteceu-me com uma amiga que estava sempre lá, eu tentei não me envolver com ela (cheguei a ser meio parvo e tudo), mas um mês depois ela continuava lá.
Simplesmente aconteceu.
E hoje continua a acontecer e eu não esperava que fosse funcionar... e para além de funcionar faz-me repensar todas as relações anteriores.
Portanto este novo começo foi uma bela serenata tocada no castelo à luz da Lua. ;)
:)
ResponderEliminarAinda bem, que dure e seja bom para ambos.
Da minha parte só posso dizer que todas as minhas tentativas de recomeços terminarem em desastre. Deixei de procurar e/ou forçar as coisas, relacionamentos só porque sim tornam-se cansativos e desgastantes.
Eu nunca procurei relações, elas é que me encontraram. lol.
ResponderEliminarO chamado amor de pantufa realmente não deve satisfazer ninguém (amor de pantufa = relacionamentos porque-sim).
Se deixaste de procurar alguém é porque deves estar quase quase a ser encontrada! =D
Gostei desse pensamento. :)
ResponderEliminarEstou quase a ser achada... :)
Ao ler-te lembrei-me:
ResponderEliminar"Nunca perguntas se algo me fizeste
Quando ao teu lado eu murcho e silencio.
Tu não percebes que estou por um fio
E tão instável quanto o vento leste.
Tu não me vês perdida em meu vazio,
Onde me falta o tanto que já deste,
Onde só vejo o quanto já esqueceste
O amor de outrora, agora tão sombrio.
Tu não percebes quão latente é o grito
Que há nos meus olhos quando os teus eu fito,
Num permanente ensaio de partida.
Se perguntares se algo me fizeste,
Eu te direi: "que nada, amor! só te esqueceste
que no meu sangue ainda corre vida!"
Silvia Schmidt
Ele às vezes vê, mas ignora. Palavra de homens que me contam os seu segredos.
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