pelo sol que nos deste, pelos 36 graus que alegraram o dia e murcharam as flores. Pelo champanhe que correu solto, o bolo que sempre era de coco e limão, e o vinho branco, aquele vinho branco, que não largou o meu copo. Obrigada pela serenidade que me deste, e eu gastei toda, enquanto me informavam sobre o adiantado da minha idade e a minha posição na hierarquia fraternal. Obrigada também por me teres dado paciência e não força ou o chão teria tido bem mais do que o vermelho das pétalas a enfeitá-lo. E obrigada, Senhor, por me teres dado ossos tão resistentes, principalmente os dos pés.
Ámen
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