Uma Rapariga Simples
28/04/2014
e cantar
A boca
Eugénio de Andrade
A boca,
onde o fogo
de um verão
muito antigo
cintila,
a boca espera
(que pode uma boca
esperar
senão outra boca?)
espera o ardor
do vento
para ser ave,
e cantar.
2 comentários:
Anónimo
28 abril, 2014
Lindo este poema...
:))
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Carla
28 abril, 2014
Sim, é. O Eugénio de Andrade sabia cá umas coisas jeitosas. ;)
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Lindo este poema...
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Sim, é. O Eugénio de Andrade sabia cá umas coisas jeitosas. ;)
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