04/09/2013

Nem todos os sacrifícios se fazem no altar

há quem se perca no tempo das  memórias e há quem resista tirar das memórias o tempo, quase sempre passado, porque a memoria vive à esquerda do presente, seguindo a linha de pensamento que caminha para trás, tão para trás que se perde no labirinto do que foi. há quem caminhe nesse fio dias sem fim, balançando na corda que distrai, querendo voltar ao que passou, ignorando o Minotauro.