Não ter certezas era a única certeza que tinha. Mais do que isso, trazia nos bolsos e nas bainhas das calças todas as dúvidas da humanidade. Quem era, de onde vinha, para onde ia? Desperdício. Importante era saber a que horas passava o próximo autocarro.
true story
ResponderEliminarNão te vou perguntar se tens feito a depilação mas, esta tua escrita "dá água pela barba"... como a do Gonçalo M. Tavares.
ResponderEliminar:)
Anda sempre feitinha. Mais ou menos. :D
EliminarOh! Agora fiquei sem jeito.
Na verdade
ResponderEliminarsão tantos
nas paragens
A ir cada um para o seu sítio.
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