E num instante o tempo recua dez anos.
Outra vez as pernas cansadas de subir e descer escadas, outra vez os sacos a pesarem nos ombros e o desalinho do cabelo a acompanhar a pressa. Outra vez o estômago a reclamar a refeição saltada e a boca a suspirar, quando todo o corpo se senta enfim no banco do autocarro.