16/04/2014

Caros compinchas

peço muitas desculpinhas por parecer que não vos leio nem vos acompanho, porém, é só aparência. O Feedley veio a este mundo para separar os seguidores dos blogues que seguem, urge por isso combater este sedutor que tantas visitas tem roubado pela Internet fora - só não será hoje. 

Jorge, não desfaleças! Já vi o teu desafio e prometo que o vou cumprir. (:

Agora ide e portai-vos medianamente. Eu vou ali fazer coisas e não se se volto.

15/04/2014

A minha vida dava uma banda sonora #21

Ao contrário de todas as outras música que de alguma forma me reportam a alguém ou a alguma situação, esta leva-me a mim, ao mais íntimo do que sou - à permanente certeza que é sempre possível recomeçar e que a minha é casa é o lugar que crio primeiro para mim.


How to build a home - The Cinematic Orchestra

14/04/2014

Ontem foi o Dia do Beijo



Vá-se lá saber porquê, esqueci-me.

11/04/2014

É um alívio saber

Jan Scholz

É um alívio saber que não há problemas de maior com o meu intelecto, exceptuando-se uma ignorância galopante que me acompanhará a vida toda; nem que o cansaço é depressivo ou a aproximar-se perigosamente deste território pantanoso. É tão-só anemia.



10/04/2014

07/04/2014

Será num dia de sol

Frank Scherschel
saberás o dia em que partir
será um dia de sol
e o ruído da cidade apagará os
meus passos


(escrevem-se coisas estranhas no estado sono-quase-sonho)

04/04/2014

Por que escrevo eu poemas?

Harold Bloom responde:

De facto, porque é que os homens escrevem poemas? Para coligir tudo o que fica e não para santificar ou apresentar.

em A Angústia da Influência, Ed. Cotovia, 1991, p. 35.

03/04/2014

Universo feminino

Há dias em que me sinto normativa, outros, descritiva. Hoje, por exemplo, acordei agramatical.

Solução fácil para a descoberta

O vento a fazer-me chorar, o vento
Solução fácil para a descoberta
Da desilusão. O vento é a perda
Do corpo arrumado, dos dedos limpos,


A dar-me conta da força que tenho
Em cada fenda nos lábios. O vento
Coisa invisível, macia, letal,
Sopro em mim de fora, desordenado.


O vento é sal, subida, espécie de onda
A cobrir saudades na praia mansa
Em que os pés se enterram na vaga areia.


E muda, o vento, quando agita árvores
De grande porte, de folhas incertas.
Muda para ser o que é, silente.


02/04/2014

Não esquecer

autor desconhecido

Hoje, e nos dias que se seguirem, tem de ser dita a verdade, só a verdade, nada mais do que a verdade. Assim Deus nos ajude a todos a não desfalecer de honestidade.