O redutor do meu fogão estragou-se, pelo que cozinhar se estava a tornar numa prova de resistência, uma espécie de maratona do tacho ao lume. Agora que foi substituído, cozinhar aproximou-se a uma prova de 200 metros. Aguardo com expectativa o dia em que o Bolt me salte de dentro de uma panela.
27/04/2013
26/04/2013
24/04/2013
Isto é muito estranho! E eu gosto!
Descobri esta música ontem, através dos One Clear Mind - no FB, claro -, e gostei. Pronto, tomem lá! Eu vou fazer coisas.
Spectralfire - Trust in time
23/04/2013
Continuo a questionar as razões
Em cima da mesa há Decretos-Lei vários, Manuais, documentos, normativos e complicações. E um copo de vinho branco a chegar perigosamente ao fim. A plataforma está sobrecarregada e eu questiono por que continuo a dar-me a tanto trabalho.
Se me quiserem feliz, levem-me para Feiras do Livro
se me quiserem deprimida, levem-me para sapatarias (a menos que sejam na Holanda).
Nem todas as mulheres têm o sonho de encher prateleiras com sapatos
22/04/2013
Com a cabeça cheia de passado II
Este homem não teria em si nada de extraordinário não fosse pelo simples e aparentemente inútil facto de estar vivo.
A sua função é informar, mesmo quando ele é o primeiro a não saber.
A sua função é informar, mesmo quando ele é o primeiro a não saber.
21/04/2013
Com a cabeça cheia de passado
Um homem acorda e tudo o que tem vontade de fazer é
continuar a dormir. Um homem ouve o despertador e sabe que o mundo o chama, mas
esse mesmo homem não quer ter de sair da cama. Começa o combate diário entre a
razão e a vontade. A razão ganha, não sem luta, não sem sequelas, a vontade não
se deixa vencer às primeiras. Este homem tem agora a dura tarefa de se pôr de
pé, abrir os olhos por inteiro e dar um passo na direcção da água quente do
chuveiro que o acordará de vez. Assim faz esse homem, com os ombros caídos e as
pernas bambas, à procura de motivos para encarar o presente rotineiro dos dias.
20/04/2013
Não deixam de ser janelas
Em tempos distantes, procuravam-se motivos de distração nas janelas viradas à rua movimentada, desejando que o vulto inesperado de um amigo ou conhecido desse a perfeita desculpa para deixar intocado o trabalho urgente que com paciência esperava do distraído a aturada entrega.
Agora,procuram-se os mesmos motivos nas janelas viradas ao movimento das avenidas virtuais.
19/04/2013
Quem é que tirou o chapéu de sol do armário, quem foi?
Eu! Estava a deprimir em frente aos papéis e ao PC e a precisar de ar. Peguei no chapéu, escovei-lhe o pó, calcei as sapatilhas e ala, que se faz tarde.
Ainda deu para tirar umas fotografias para pôr no tumblr - só não consegui capturar umas papoilas, dado o vento que se fazia sentir sempre que apontava a objetiva. Normal, tendo em conta que são os campos do Mondego.
A tarde até vai correr melhor. (:
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