28/08/2011

26/08/2011

Stay in my memory

24/08/2011

I love you more than I can say



Through the dark - Alexi Murdoch

Someone reaching for me now
Through the dark, reaching for me now

Someone reaching for me now
Through the dark, reaching for me now

You need someone to hear you when you sigh
Someone to wipe away those tears you cry
Someone to hold you 'neath the darkened sky
Someone to love you more than I

I love you girl,
I love you more than I can say
I love you girl,
I love you more than I can say
Even with my heart in the way

21/08/2011

The heart dies a slow death.

The heart dies a slow death.
Shedding each hope like leaves, until one day there are none.
No hopes. Nothing remains.

18/08/2011

Só para que saibas

a minha vida não é porreira
e está cada vez mais parecida com a tua.

09/08/2011

Uma homenagem póstuma

 a quem cantou tão sublimemente tanto.

For you I was a flame
Five story fire as you came

Why do I wish I never played
Oh, what a mess we made
And now the final frame
Love is a losing game

06/08/2011

Mudei de casa

e levei-te comigo, nos livros, na música, nos filmes, no perfume que está em todo o lado.



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 És um lastro difícil de perder.

19/07/2011

O luto é lento (muitas vezes pesado)


 Como é que se esquece alguém que se ama?

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está? 

As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução. 


Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha. 


Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.

Miguel Esteves Cardoso, in Último Volume.
Lisboa: Assírio e Alvim.
[ conforme texto retirado de  http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&refid=201106200941&author=1133 ]

15/07/2011

Non mi frega un cazzo


ti direi che non mi frega un cazzo delle tue paure 
ho già le mie che urlano più forte
Ti direi - Velvet

12/07/2011

11/07/2011