31/05/2011
27/05/2011
Perdidos e achados
É comum encontrar na blogosfera campanhas de angariação de 'amigos' barra seguidores barra fãs barra chouriços que transmitam a ideia de que este blogue é famoso. Confesso que não entendo muito bem o porquê, também não me cabe opiniar sobre isso, não vejo a lógica.
O que eu queria mesmo era conseguir que os seguidores barra gente inocente barra distraídos que aqui vieram ter permanecessem.
Tenho observado um fenómeno curioso, sempre que estou prestes a chegar aos 90, desaparecem uns quantos, ainda que me pareça que esta lá toda a gente.
Desta feita, arranjei esta cola especial que vos manterá coladinhos ao meu blogue e vos impossibilitará de darem de frosques, mesmo que queiram. ;)
O que eu queria mesmo era conseguir que os seguidores barra gente inocente barra distraídos que aqui vieram ter permanecessem.
Tenho observado um fenómeno curioso, sempre que estou prestes a chegar aos 90, desaparecem uns quantos, ainda que me pareça que esta lá toda a gente.
Desta feita, arranjei esta cola especial que vos manterá coladinhos ao meu blogue e vos impossibilitará de darem de frosques, mesmo que queiram. ;)
17/05/2011
Hoje não há imagem
Só um aglomerado de palavras que nem sei se farão sentido.
Hoje tive saudades tuas, imensas saudades tuas, quase insuportáveis saudades tuas (não foi só hoje, de há uns dias para cá que é assim).
E não devia, não depois de tanto tempo, não depois de tanta vida que aconteceu, não depois de eu saber que não tenho direito já a ter saudades tuas.
Mas tive tantas.
Hoje tive saudades tuas, imensas saudades tuas, quase insuportáveis saudades tuas (não foi só hoje, de há uns dias para cá que é assim).
E não devia, não depois de tanto tempo, não depois de tanta vida que aconteceu, não depois de eu saber que não tenho direito já a ter saudades tuas.
Mas tive tantas.
tenho saudades tuas
isso eu sei porque eu sinto
no meu peito essas ruas
nunca imaginei um amor assim
e agora até ficou real
mas isso trouxe coisas atrás
no momento de uma decisão
percebes tudo o que o presente faz
mesmo querendo ter alguém
eu quero ter-me a mim
mas meu amor
nenhum de nós deixará de ser real
passo por essas ruas
isso eu sei porque eu sinto
ter ainda no meu peito coisas tuas
isso eu sei porque eu sinto
no meu peito essas ruas
nunca imaginei um amor assim
e agora até ficou real
mas isso trouxe coisas atrás
no momento de uma decisão
percebes tudo o que o presente faz
mesmo querendo ter alguém
eu quero ter-me a mim
mas meu amor
nenhum de nós deixará de ser real
passo por essas ruas
isso eu sei porque eu sinto
ter ainda no meu peito coisas tuas
25/04/2011
24/04/2011
22/04/2011
O segredo da Páscoa
Uma Páscoa feliz para todos. (:
[aviso já que esta gente é toda minha conhecida e que há mão minha ali]
20/04/2011
14/04/2011
Les uns et les autres
_hug__by_MaRaDinn
Há aquelas pessoas que nos marcam porque são o nosso amor mais amado.
Depois há as que, não o sendo, vêm, nos querem, nos mimam, nos curam as feridas, nos restauram, nos fazem sentir vivos e confiantes em nós.
E essas ocuparão sempre um lugar importante no nosso coração e serão tão importantes quanto as primeiras.
O teu abraço soube a mel.
11/04/2011
06/04/2011
Trios de exceção #1
Memórias de uma gueixa
Nós não nos tornamos gueixas porque queremos, é porque não temos escolha.
Depois veio o filme e desconfiei, como desconfio de todas as adaptações feitas, mas vi-o, porque há que conhecer para se poder opinar com propriedade.
O filme superou todas as minhas expectativas. Depois tinha aquela banda sonora perfeita.
Este é um caso feliz de uma triologia que se completa. Não se pense que ver o filme substitui o livro, pelo contrário, só quem leu o livro entenderá todos os implícitos que o filme insinua sem revelar, pormenores que precisam das palavras escritas para ganharem significado.
Aconselho vivamente.
Nós não nos tornamos gueixas porque queremos, é porque não temos escolha.
O livro
Arthur Golden, Editorial Presença
O filme
Rob Marshall, 2005
A banda sonora
John Williams
Li o livro em 2003.
Foi-me emprestado com a promessa de ser devolvido durante as férias de verão, impensável seria que fosse lido em maio, com os trabalhos finais do 5º ano para serem entregues, as emoções pré-estágio a serem geridas no limite e o cansaço a cobrar a pesada fatura de muitas noites mal dormidas e quilómetros de páginas lidas. Este era o acordo.
Assim não aconteceu. Aquele enorme livro foi devorado num dia e uma noite.
Fiquei fascinada pela história, pela forma como era contada e pela visão fresca que contrariava as figuras de estilo batidas e gastas da literatura ocidental. Ali estavam os mesmo sentimentos, as mesmas situações e uma nova linguagem.Depois veio o filme e desconfiei, como desconfio de todas as adaptações feitas, mas vi-o, porque há que conhecer para se poder opinar com propriedade.
O filme superou todas as minhas expectativas. Depois tinha aquela banda sonora perfeita.
Este é um caso feliz de uma triologia que se completa. Não se pense que ver o filme substitui o livro, pelo contrário, só quem leu o livro entenderá todos os implícitos que o filme insinua sem revelar, pormenores que precisam das palavras escritas para ganharem significado.
Aconselho vivamente.
04/04/2011
A vida tem destas justiças
Corria o ano de 2004 e eu estava a estagiar em Torres Vedras, naquela escolinha tão fofa onde fui tão feliz (outras vezes nem por isso), quando, um dia em que passei pelo hiper dali perto, comprei um CD do Sérgio Godinho, Rivolitz, a um preço muito convidativo.
Claro que quase gastei o CD de tanto o ouvir (abro parêntesis para lembrar que na altura eu não tinha net, não sacava nada e não podia socorrer-me do Youtube, logo, restava-me comprar os cds ou pedir a quem mos gravasse (abro um segundo parêntesis para acrescentar que o primeiro parêntesis foi a pensar na alminhas que me possam ler e que nunca tenho vivido esta situação)).
Fui feliz, verdadeiramente feliz, até ao dia em que o meu colega de estágio me pediu o CD para gravar (eu escrevi gravar?? Ora, ora, ele lá ia fazer isso? Foi para... hummm... para... ouvir em casa, está claro!).
Escusado será dizer o que aconteceu, certo?
Andei estes anos todos a lamentar a minha perda.
Pois este domingo, comprei uma edição com O melhor de Sérgio Godinho ao vivo que inclui:
Ahhhhhh, o doce som da felicidade...
Claro que quase gastei o CD de tanto o ouvir (abro parêntesis para lembrar que na altura eu não tinha net, não sacava nada e não podia socorrer-me do Youtube, logo, restava-me comprar os cds ou pedir a quem mos gravasse (abro um segundo parêntesis para acrescentar que o primeiro parêntesis foi a pensar na alminhas que me possam ler e que nunca tenho vivido esta situação)).
Fui feliz, verdadeiramente feliz, até ao dia em que o meu colega de estágio me pediu o CD para gravar (eu escrevi gravar?? Ora, ora, ele lá ia fazer isso? Foi para... hummm... para... ouvir em casa, está claro!).
Escusado será dizer o que aconteceu, certo?
Andei estes anos todos a lamentar a minha perda.
Pois este domingo, comprei uma edição com O melhor de Sérgio Godinho ao vivo que inclui:
- Escritor de canções
- Noites passadas
- Rivolitz!!!!!
Ahhhhhh, o doce som da felicidade...
[Eu disse que tudo custou 9,99€, disse?? ]
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