25/04/2011
24/04/2011
22/04/2011
O segredo da Páscoa
Uma Páscoa feliz para todos. (:
[aviso já que esta gente é toda minha conhecida e que há mão minha ali]
20/04/2011
14/04/2011
Les uns et les autres
_hug__by_MaRaDinn
Há aquelas pessoas que nos marcam porque são o nosso amor mais amado.
Depois há as que, não o sendo, vêm, nos querem, nos mimam, nos curam as feridas, nos restauram, nos fazem sentir vivos e confiantes em nós.
E essas ocuparão sempre um lugar importante no nosso coração e serão tão importantes quanto as primeiras.
O teu abraço soube a mel.
11/04/2011
06/04/2011
Trios de exceção #1
Memórias de uma gueixa
Nós não nos tornamos gueixas porque queremos, é porque não temos escolha.
Depois veio o filme e desconfiei, como desconfio de todas as adaptações feitas, mas vi-o, porque há que conhecer para se poder opinar com propriedade.
O filme superou todas as minhas expectativas. Depois tinha aquela banda sonora perfeita.
Este é um caso feliz de uma triologia que se completa. Não se pense que ver o filme substitui o livro, pelo contrário, só quem leu o livro entenderá todos os implícitos que o filme insinua sem revelar, pormenores que precisam das palavras escritas para ganharem significado.
Aconselho vivamente.
Nós não nos tornamos gueixas porque queremos, é porque não temos escolha.
O livro
Arthur Golden, Editorial Presença
O filme
Rob Marshall, 2005
A banda sonora
John Williams
Li o livro em 2003.
Foi-me emprestado com a promessa de ser devolvido durante as férias de verão, impensável seria que fosse lido em maio, com os trabalhos finais do 5º ano para serem entregues, as emoções pré-estágio a serem geridas no limite e o cansaço a cobrar a pesada fatura de muitas noites mal dormidas e quilómetros de páginas lidas. Este era o acordo.
Assim não aconteceu. Aquele enorme livro foi devorado num dia e uma noite.
Fiquei fascinada pela história, pela forma como era contada e pela visão fresca que contrariava as figuras de estilo batidas e gastas da literatura ocidental. Ali estavam os mesmo sentimentos, as mesmas situações e uma nova linguagem.Depois veio o filme e desconfiei, como desconfio de todas as adaptações feitas, mas vi-o, porque há que conhecer para se poder opinar com propriedade.
O filme superou todas as minhas expectativas. Depois tinha aquela banda sonora perfeita.
Este é um caso feliz de uma triologia que se completa. Não se pense que ver o filme substitui o livro, pelo contrário, só quem leu o livro entenderá todos os implícitos que o filme insinua sem revelar, pormenores que precisam das palavras escritas para ganharem significado.
Aconselho vivamente.
04/04/2011
A vida tem destas justiças
Corria o ano de 2004 e eu estava a estagiar em Torres Vedras, naquela escolinha tão fofa onde fui tão feliz (outras vezes nem por isso), quando, um dia em que passei pelo hiper dali perto, comprei um CD do Sérgio Godinho, Rivolitz, a um preço muito convidativo.
Claro que quase gastei o CD de tanto o ouvir (abro parêntesis para lembrar que na altura eu não tinha net, não sacava nada e não podia socorrer-me do Youtube, logo, restava-me comprar os cds ou pedir a quem mos gravasse (abro um segundo parêntesis para acrescentar que o primeiro parêntesis foi a pensar na alminhas que me possam ler e que nunca tenho vivido esta situação)).
Fui feliz, verdadeiramente feliz, até ao dia em que o meu colega de estágio me pediu o CD para gravar (eu escrevi gravar?? Ora, ora, ele lá ia fazer isso? Foi para... hummm... para... ouvir em casa, está claro!).
Escusado será dizer o que aconteceu, certo?
Andei estes anos todos a lamentar a minha perda.
Pois este domingo, comprei uma edição com O melhor de Sérgio Godinho ao vivo que inclui:
Ahhhhhh, o doce som da felicidade...
Claro que quase gastei o CD de tanto o ouvir (abro parêntesis para lembrar que na altura eu não tinha net, não sacava nada e não podia socorrer-me do Youtube, logo, restava-me comprar os cds ou pedir a quem mos gravasse (abro um segundo parêntesis para acrescentar que o primeiro parêntesis foi a pensar na alminhas que me possam ler e que nunca tenho vivido esta situação)).
Fui feliz, verdadeiramente feliz, até ao dia em que o meu colega de estágio me pediu o CD para gravar (eu escrevi gravar?? Ora, ora, ele lá ia fazer isso? Foi para... hummm... para... ouvir em casa, está claro!).
Escusado será dizer o que aconteceu, certo?
Andei estes anos todos a lamentar a minha perda.
Pois este domingo, comprei uma edição com O melhor de Sérgio Godinho ao vivo que inclui:
- Escritor de canções
- Noites passadas
- Rivolitz!!!!!
Ahhhhhh, o doce som da felicidade...
[Eu disse que tudo custou 9,99€, disse?? ]
30/03/2011
Lacrime di Giulietta
O que vão ver fala por si.
[desculpem o silêncio, não ando lá muito escrevente, no entanto, continuo leitora de tudo o que escrevem (:]
25/03/2011
De forte e (im)prevista
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| dead_souls_by_Miss_Deathwish |
Estou deprimida.
Quer dizer, não sei se estou; não sei se a consciência de que o possa estar invalide que realmente o esteja.
Deveria ter ido verificar, pesquisar sobre o assunto, não se pronunciam afirmações que não estejam devidamente fundamentadas. Não fui, também não vou.
De psicologia sei pouco, quase nada, sei que não se podem dar palmadas nas crianças porque elas ficam traumatizadas, sei que não é bom corrigir o que quer que seja com a cor vermelha, pela imagem sanguínea que passa, sei que as palavras ferem mais do que uma agressão física. Sei que o que fica das coisas que se dizem é mais difícil de sarar do que qualquer nódoa negra causada pela mão daqueles que muitas vezes julgam amar-nos.
De psicologia não sei.
Estou cansada.
O meu natural optimisto esgotou-se, não consigo já pintar quadros alegres, tudo é negro: o que vejo, o que digo, o que sinto, o que escrevo.
[enquanto isso, pondero voltar a vestir este espaço de negro escuro]
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