Carla, mesmo quando não sabemos quem somos não precisamos de estar preocupados com o que as pessoas pensam a nosso respeito. E isto não significa que mão acate criticas construtivas. Gosto até bastante de as receber. Sobre a forma como procedo em determinada ocasião, mas não sobre o meu feitio na generalidade.
Aí é que está! Eu sei o que queres dizer, tem todo o sentido, claro. Agora imagina: gostas de alguém que estás a conhecer, a pessoa reage de uma forma brusca a qualquer coisa que acontece contigo ou que faz parte de ti -- como não sabes muito bem se é carácter ou momento e porque gostas mesmo da pessoa, na dúvida, evitas aquilo no futuro. Ao fim de um tempo, estás a limitar-te uma série de coisas, quando a pessoa não o faz, e se tentas entender, se perguntas porquê (porque queres mesmo entender o que é fazes que incomoda tanto), recebes como resposta que não sabes aceitar críticas, és revanchista e uma série de coisas.
Bem, chega a uma altura em que te perguntas que raio é aquilo que vives, onde parece que tens de pôr toda a gente fora da tua vida e viver em isolamento, não vás causar uma ofensa gravíssima.
Neste sentido, o que o outro pensa preocupa muito. Até ao dia em que deixa de preocupar. :)
Carla, mas como poderei gostar muito de uma pessoa que estou a conhecer? Assim num princípio, como estou a interpretar, quanto muito há alguma simpatia e afinidade que pode levar a gostar muito. Não, não procedo dessa forma. Quando não gosto de algo que me dizem ou fazem digo explicitamente à pessoa e pergunto as razões. Até poderei ter sido eu a fazer uma interpretação incorrecta. Se a pessoa não me responder ou me der uma resposta desse tipo e persistir com o intuito de provocação, 'desapareço' do raio de acção. Já não tenho idade para me desgastar com cenas desse tipo. A noção de não ter tempo a perder é muito clara para mim. Preciso de concentrar energias em mim e nas pessoas que mereço e que me merecem, num jogo verdadeiro de frontalidade e de equilíbrio.
Voltando ao quadro, se considero que me conheço, não tenho de estar preocupada com essa questão.
Por vezes não sei quem sou...
ResponderEliminarBeijinho, Carla!
Eu acho que sabemos sempre um mínimo, umas luzes que piscam e nos ajudam nos dias de maior negrume. :)
EliminarCarla, mesmo quando não sabemos quem somos não precisamos de estar preocupados com o que as pessoas pensam a nosso respeito.
ResponderEliminarE isto não significa que mão acate criticas construtivas. Gosto até bastante de as receber. Sobre a forma como procedo em determinada ocasião, mas não sobre o meu feitio na generalidade.
Aí é que está!
EliminarEu sei o que queres dizer, tem todo o sentido, claro.
Agora imagina: gostas de alguém que estás a conhecer, a pessoa reage de uma forma brusca a qualquer coisa que acontece contigo ou que faz parte de ti -- como não sabes muito bem se é carácter ou momento e porque gostas mesmo da pessoa, na dúvida, evitas aquilo no futuro. Ao fim de um tempo, estás a limitar-te uma série de coisas, quando a pessoa não o faz, e se tentas entender, se perguntas porquê (porque queres mesmo entender o que é fazes que incomoda tanto), recebes como resposta que não sabes aceitar críticas, és revanchista e uma série de coisas.
Bem, chega a uma altura em que te perguntas que raio é aquilo que vives, onde parece que tens de pôr toda a gente fora da tua vida e viver em isolamento, não vás causar uma ofensa gravíssima.
Neste sentido, o que o outro pensa preocupa muito. Até ao dia em que deixa de preocupar. :)
Claro que podes substituir o «tu» por «eu». :)
Carla, mas como poderei gostar muito de uma pessoa que estou a conhecer? Assim num princípio, como estou a interpretar, quanto muito há alguma simpatia e afinidade que pode levar a gostar muito.
EliminarNão, não procedo dessa forma. Quando não gosto de algo que me dizem ou fazem digo explicitamente à pessoa e pergunto as razões. Até poderei ter sido eu a fazer uma interpretação incorrecta. Se a pessoa não me responder ou me der uma resposta desse tipo e persistir com o intuito de provocação, 'desapareço' do raio de acção.
Já não tenho idade para me desgastar com cenas desse tipo. A noção de não ter tempo a perder é muito clara para mim. Preciso de concentrar energias em mim e nas pessoas que mereço e que me merecem, num jogo verdadeiro de frontalidade e de equilíbrio.
Voltando ao quadro, se considero que me conheço, não tenho de estar preocupada com essa questão.
Tens razão, há coisas inaceitáveis.
EliminarConsola-me que o vá aprendendo com a idade (cada vez mais depressa :).
Podia perfeitamente ser o meu lema de vida. Sempre foi assim!
ResponderEliminarGostei de passar por aqui!
Obrigada pela passagem, Paula! :)
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