Carla, não é nada assim tão 'automático'. Não será o silêncio uma das 'coisas' mais difíceis de partilhar com alguém e, quando bem conseguido, das mais bonitas e salutares? E só se consegue partilhar - eu disse partilhar! - o silêncio com um número reduzido, e por isso especial, de pessoas.
Eu sei de que silêncio falas, aquele silêncio bom que exige a presença física de quem o partilha contigo. É tão bom e diz tantas coisas mais que as palavras falham em dizer.
Mas não é desse que falo. Do que falo não tem presença partilhada, tem ausência cavada a golpes de mutismo.
Inteiramente verdade! O silêncio quando mistura com orgulho faz grandes estragos
ResponderEliminarBeijinhos :)
Ou o silêncio apático. São formas terríveis de silêncio.
Eliminar:)
Carla, não é nada assim tão 'automático'.
ResponderEliminarNão será o silêncio uma das 'coisas' mais difíceis de partilhar com alguém e, quando bem conseguido, das mais bonitas e salutares? E só se consegue partilhar - eu disse partilhar! - o silêncio com um número reduzido, e por isso especial, de pessoas.
Eu sei de que silêncio falas, aquele silêncio bom que exige a presença física de quem o partilha contigo. É tão bom e diz tantas coisas mais que as palavras falham em dizer.
EliminarMas não é desse que falo. Do que falo não tem presença partilhada, tem ausência cavada a golpes de mutismo.
a nã ser que seja no autocarro... o silêncio aproxima, aquela mulher que vai ao telefone e quase nã respira, ela cria distância... é como o cheiro...
ResponderEliminarNem todos os silêncios, Manel, assim como nem todos os cheiros. :)
ResponderEliminarvamos estabelecer que no autocarro as leis do silêncio e cheiro são apenas válidas para esse universo :)
EliminarE no entanto é quando aprendes o silêncio que começas a viver....
ResponderEliminarVerdade, Mafy.
EliminarAprender o silêncio é essencial.