Os homens que amei foram uns idiotas e tão parecidos nos seus comportamentos que considero pedir ajudar profissional para descobrir que raio tenho eu que só acha graça a... idiotas. Estou cansada de escrever por eles, sobre eles e para eles. Acho que é desta que vou começar a falar das insignificâncias dos meus dias.
Carla, e os homens que venhas a amar serão parecidos... A tendência é para, na essência, se reproduzir o modelo.
ResponderEliminarE não os acharás idiotas 'só' porque não funcionou contigo?
E o que é que isto tem a ver com perigos do blogue?
Obviamente que sim. Todas as opiniões que temos são do ponto de vista pessoal. O que não quer dizer que seja uma causa-efeito imediata, podiam não o ter sido, escolheram sê-lo - em consciência e com a medida de todos os riscos.
EliminarA segunda frase explica porquê. :)
Ninguém escolhe ser considerado idiota por outrem... A não ser que haja algo de patológico.
EliminarIsabel, isto é um desabafo, como milhentos desabafos feitos pelo mundo.
EliminarNinguém é muita gente, eu posso realmente ter um comportamento que sei que vai desgostar a outra pessoa (e não estou a falar de fins de relações, que essas coisas acontecem) -- se o escolher, arrisco-me a ser considerada uma idiota, a ser odiada, a ser o que for que a outra pessoa se acha no direito de achar.
Não vamos tornar o único post mais revelador da minha vida numa coisa mais do que aquilo que é: um desabafo.
Carla, não houve a mínima intenção de te aborrecer.
Eliminar(Também não tomei o post como uma coisa mais que um desabafo, o que não significa que não se comente, questionando.)
Eu não estou aborrecida (ontem estava apenas com pressa).
EliminarTenho pelos homens que amei o maior dos respeitos e guardo por eles um amor permanente, que acho que eles sabem que existe, porque eles fizeram de mim o que sou hoje, com tudo o que tinham de bom e de mau.
Mas não invalidade que saiba que me fizeram muito mal durante todo o processo, daí serem uns idiotas, embora só eu é que o possa dizer -- se alguém me fala mal deles, é bem capaz de levar um par de estalos. :)
:))
ResponderEliminar(venham lá as insignificâncias...)
Hoje acordei e, enquanto tomava o pequeno-almoço, lembrei-me de escrever isto.
Eliminar(devia haver aqui uma reflexão bem-humorada, mas está visto que não tenho jeito para isto)
Cito um frase do meu pai, que com todo o seu ego era de uma enorme sabedoria: «Nem sempre se perde o melhor, às vezes perde-se o pior». Toca de deixar de olhar para trás que tens uma vida inteirinha pela frente. :)
ResponderEliminarÀs verdes perde-se. Se o melhor, se o pior... :)
EliminarEu olho para a frente, até estou a pensar trocar a lente dos óculos e tudo. ;)
«Às verdes»?????????
EliminarEstou doida! ahahahah
«Às vezes»!!!!!!!
Ai que condenaste o blogue, logo à hora do pequeno almoço!
ResponderEliminarComo disse Lavoisier, nada se perde, tudo se transforma, até os/as idiotas! Digo-te eu!
Coitadinho! -- acho que não me merecia tanta maldade. :)
EliminarDesde que eles se transformem e coisas melhores...
Também há muito que dizer das insignicancias. :)
ResponderEliminarEu gostei.
E o sarcasmo está lá... É preciso saber procurar ;)
Pois há, é preciso é ter jeito (coisa que eu não tenho).
EliminarAh!!!! Que bom que o meu sarcasmo tenha sido descoberto!! ;)
Também há muito que dizer das insignicancias. :)
ResponderEliminarEu gostei.
E o sarcasmo está lá... É preciso saber procurar ;)
Isso, fala de doces, caminhadas pelo meio de arrozais e raridades musicais que só tu sabes encontrar. Nós os idiotas agradecemos... ;)
ResponderEliminarBjo
Se os idiotas continuam a cá vir, então a minha teoria fica mesmo confirmada -- sois uns idiotas! ;)
EliminarOutro (muito casto, já lá vai o tempo...)
Os idiotas são como os cachorros... por mais que nos mandes embora, havemos sempre de voltar com a língua estendida e patas ao alto...
EliminarQuando muito, atiras-nos um osso para longe e corres... mas alguns dos idiotas correm mesmo que nem galgos e alcançam-te num ápice ;)
Se não fosse tão triste o que acabaste de escrever, eu era bem capaz de me rir às gargalhadas. Não querias antes dizer que me atiram para bem longe, qual osso, e correm que nem galgos na direcção oposta?
EliminarOra, meu caro, não deixemos saltar a nossa costela socrática pós-moderna de reescrita da nossa narrativa. :)
Razão tem o outro, o autor do livro "O Amor é Fodido"
ResponderEliminarNão é o amor, são as pessoas.
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