Não sei de onde vem esta serenidade, esta paz. Um estado imperturbável de esvaziamento. A satisfação de quem arruma a vida. Agora tudo está no seu lugar devido -- o que não pode ser, não pode nem ser, nem ter. Uma absoluta contemplação interior que irrompe pelos dias, sossegando as horas. Não sei de onde veio, sei que não quero que vá embora.
| Patricio Suarez Photographer |
Mas não te deixes apaziguar exageradamente, Carla...
ResponderEliminarNah, só um bocadinho!
EliminarPor agora sabe bem. :)
Carla, o apaziguamento pressupõe esvaziamento?
ResponderEliminar(Sempre, às vezes...?)
Pode pressupor, sim (embora nem sempre).
EliminarQuando te esvazias do que te consome a alma, do que te preocupa, então vem o apaziguamento.
A mim veio. :)
O teu blogue enche-me de paz. :)
ResponderEliminarAinda bem. :)
EliminarTens que lhe dizer para ficar, ou antes, tens que a fazer ficar. Acho que há fases, assim, boas e tranquilas.
ResponderEliminarBeijinho
Se isto fosse em condições, não era uma fase, era uma constância.
EliminarMas como isto raramente é em condições, o melhor é aproveitar enquanto dura. :)
a serenidade é o espaço para respirar
ResponderEliminarA serenidade é o resultado de se voltar a respirar.
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