Estou no patamar dos que só conhecem Paris de o sobrevoarem ou fazerem escala no aeroporto. E isto, parecendo que não, é uma espécie de enfermidade para quem tem um blogue - diz de mim que não sou chique. ;)
Românticamente sim, embora os lugares e o contexto que referes interferem com o apelo sexual. Por exemplo, podes estar numa multidão ou grupo e sentires-te só. Um exemplo de contraditório entre o contexto e o estado de espírito.
Gosto da forma como te defendes, beijinhos.
:))
PS: Tudo isto porque quando estive em Paris, de referir que era apenas um adolescente, pareceu-me que era uma cidade refinada mas pouco romântica...
Eu entendo o que dizes, estava a pegar contigo um bocadinho. :) Uma pessoa vai precisando a espaços de uma boa discussão, no sentido positivo.
Ah! Há cidades que resultam bem mais da fabricação que da realidade. Eu, por exemplo, não gostei nada de Roma, nem de Florença (não digas a ninguém ;).
Costuma-se dizer que não se deve voltar onde foste feliz... Creio que onde fomos infelizes devemos voltar assim que houver condições psicológicas para isso. Deve fazer parte da "bucket list" sem qualquer dúvida. Os locais são o que fazemos deles ;) beijinho* (e não concordo nada com o não voltar onde fomos felizes ☺ )
Carla, mas desses alguns não haverá os que têm um Paris triste?
ResponderEliminarNão estás necessariamente num patamar inferior.
Estou no patamar dos que só conhecem Paris de o sobrevoarem ou fazerem escala no aeroporto. E isto, parecendo que não, é uma espécie de enfermidade para quem tem um blogue - diz de mim que não sou chique. ;)
EliminarEstou num patamar inferior, pois, nunca fiz lá escala. Apenas sobrevoei a cidade. Estive noutras de França e por opção não fui à capital.
EliminarMas Paris também já só é Paris nos filmes e nos livros...
ResponderEliminarE a vida nos filmes e nos livros parece ser tão mais tolerável.
EliminarBem-vindo, Luís, a este muro das minhas lamentações. :)
Tens as tuas estórias e a memória das tuas cidades. E Paris poderá vir... um dia :)
ResponderEliminarBeijos
Mais não seja por causa da Disneylândia (se é que isto se escreve assim :).
EliminarO cinema é uma fantasia, e as fantasias são feitas de barro
ResponderEliminarE o barro, mais dia menos dia, cai ao chão e parte-se e varrem-se os cacos e a vida segue como dantes.
Eliminaras tuas cidades podem passar a ser alegres...
ResponderEliminarUma, pelo menos, sê-lo-á sempre. :)
EliminarOutra, estou a crer, dificilmente o será.
E se o romance estiver em ti em vez da cidade?
ResponderEliminarBeijos
O romance precisa sempre de um lugar, nem que seja um palheiro! ;)
EliminarO romance está na companhia e não no lugar...
Eliminar:)
Quer dizer que o romance pode atingir o mesmo pico de intensidade num funeral ou num casamento?
EliminarRomânticamente sim, embora os lugares e o contexto que referes interferem com o apelo sexual. Por exemplo, podes estar numa multidão ou grupo e sentires-te só. Um exemplo de contraditório entre o contexto e o estado de espírito.
EliminarGosto da forma como te defendes, beijinhos.
:))
PS: Tudo isto porque quando estive em Paris, de referir que era apenas um adolescente, pareceu-me que era uma cidade refinada mas pouco romântica...
Eu entendo o que dizes, estava a pegar contigo um bocadinho. :)
EliminarUma pessoa vai precisando a espaços de uma boa discussão, no sentido positivo.
Ah! Há cidades que resultam bem mais da fabricação que da realidade. Eu, por exemplo, não gostei nada de Roma, nem de Florença (não digas a ninguém ;).
beijinhos
Costuma-se dizer que não se deve voltar onde foste feliz... Creio que onde fomos infelizes devemos voltar assim que houver condições psicológicas para isso. Deve fazer parte da "bucket list" sem qualquer dúvida. Os locais são o que fazemos deles ;) beijinho*
ResponderEliminar(e não concordo nada com o não voltar onde fomos felizes ☺ )
Ah! Se assim fosse, eu nunca mais tinha voltado a Lisboa... para ser feliz uma e outra vez, e sentir-me miserável outras tantas vezes. :)
EliminarTem de se voltar e insistir e reescrever a história as vezes que forem necessárias para bater tudo certinho.
uma beijoca, Anita! (já tinha saudades :)