Ou será o contrário, Carla? Percebermos a nossa relevância, no sentido em que na medida do possível só temos de contar connosco, funcionar por nós? Mais: se nos abandonam não são "as nossas pessoas", mesmo que o sejam de sangue ou de outro tipo de laços até aí mantidos.
Concordo... Esse tipo de atitudes só serve para ver o contrário. Também já me aconteceu sentir que me tiravam o chão e foi quando mais precisei que menos tive. Não sou feita da mesma farinha delas, pois quando elas precisavam eu sempre estive lá. Conclusão: problema delas, não meu. Hoje em dia ninguém quer saber de ninguém, as pessoas só se usam, nada mais.
Ou será o contrário, Carla?
ResponderEliminarPercebermos a nossa relevância, no sentido em que na medida do possível só temos de contar connosco, funcionar por nós?
Mais: se nos abandonam não são "as nossas pessoas", mesmo que o sejam de sangue ou de outro tipo de laços até aí mantidos.
Não sei, Isabel.
EliminarHá coisas que sempre me custaram muito a entender.
Talvez até sejam mesmo, apenas se apanhou um mau momento.
Isso só serve para perceber a irrelevância dos outros. Não a nossa.
ResponderEliminarEstás a ver a coisa ao contrário. És demasiado fofinha, é o que é! :)
Se calhar é isso mesmo! :)
EliminarConcordo... Esse tipo de atitudes só serve para ver o contrário. Também já me aconteceu sentir que me tiravam o chão e foi quando mais precisei que menos tive. Não sou feita da mesma farinha delas, pois quando elas precisavam eu sempre estive lá. Conclusão: problema delas, não meu. Hoje em dia ninguém quer saber de ninguém, as pessoas só se usam, nada mais.
ResponderEliminarTalvez seja caso de sensibilidade, ou falta dela. :)
EliminarAcho que há quem não perceba o mal que faz quando se afasta assim, sem cuidado.
Olá, Blackye! :)