| Kate Moss by Paolo Roversi, 1996 |
Não sei o que é dar-me aos bocados. Nem o que são jogos de intenções, malabarismos de emoções, toca-e-foge. Não sei o que é o largar milimétrico da corda, para a seguir a puxar com toda a força, nem o rodopio insinuante das palavras de pouca verdade. Sei o que é um peito aberto, nu e exposto. Sem resguardos, sem filtros, sem avatares de coisa alguma. Até ao esvaziamento. até ficar com coisa nenhuma nas mãos. Até ao cansaço total.
Muito bom, Carla.
ResponderEliminarDar-se aos bocados é uma ilusão. Dessa forma talvez sejam alugueres sem expressão.
Isso não sei, o que sei é que há quem o faça e se dê lindamente.
EliminarVai ser o meu projecto para 2016. :)
Ah, coisas de colheres vaidosas. :)
EliminarOu coisas de colheres saturadas. :)
EliminarVoto pela extinção das cordas.
ResponderEliminarAs cordas acabam sempre por fazer falta, mesmo as que não se vêem.
EliminarJá imaginaste um barco sem corda que o prendesse ao cais?
Ficava a vogar pelo rio. É mau?
EliminarDepende. E se quisesses sair e o barco não parasse quieto?
EliminarDava-lhe uma palmada brincalhona e dizia: Está quieto!
Eliminar:)
Ou tu tens umas grandes mãos ou o barco era muito pequenito.
Eliminarum transatlântico :D
Eliminarpronto, vá lá, um bote
na verdade era uma tampa
E nesta resposta, concluo coisas muito simples: és um megalómano!
EliminarMas, pronto, depois baixas tanto à terra que perfuras a crosta terrestre.
Uma tampa?
para rapariga simples por vezes és tão complicada... :)
ResponderEliminar(gostei muito)
Das duas uma: ou não sou simples, ou não complico tanto quanto parece. ;)
Eliminar“Não sei fingir que amo pouco quando em mim ama tudo.” ~ Vergílio Ferreira
ResponderEliminarParece-me a conclusão perfeita. :)
EliminarConcordo ☺
Eliminarbj*