Num casamento, não há coisa pior que o casamento. O resto são desastres naturais decorrentes dessa celebração criada quando a esperança média de vida não passava os 30 anos. Nessa altura, o "até que a morte nos separe" tinha uma carga dramática tão menos densa. ;)
Se num casamento a mulher/homem tem de pedir ao outro dinheiro, é porque esse casamento não está com um projecto bem elaborado. Num casamento normal o dinheiro é de ambos e deve ser gasto por ambos. É também normal pedir dinheiro ao outro, porque nem sempre o temos connosco nem a possibilidade de o ir levantar, mas este assunto nunca deve ser encarado como uma situação de controle monetário imposto por um do casal. Poderá haver um que seja completamente descontrolado e ser o outro e tomar as rédeas monetárias, mas isso são outros quinhentos.
Carla, 1 - O facto de um dos membros do casal não executar trabalho remunerado não significa que seja mendigo. Até pode resultar de uma opção tomada a dois para uma melhor organização familiar (acompanhamento dos filhos ou outros familiares, por exemplo). Também não vejo qual a diferença entre a dependência financeira (como lhe chamas) da mulher e a do homem. E se o casamento funcionar bem, o facto de um não ter remuneração, por qualquer que seja o motivo, não há espinhas. 2 - A dependência financeira não é um problema. A infidelidade, a violência física e psicológica, a humilhação familiar e social (uma forma muito rebuscada de violência psicológica), o desprezo por quem dorme ao lado... Isso sim, são problemas.
Reparo que o teu blogue está com um layout muito campestre! Gosto. ;) Beijos.
E se ambos trabalharem e ainda assim? A dependência financeira pode ser um grande problema, do meu ponto de vista, e um óptimo meio para a violência psicológica e até física, sem esquecer que dá uma perninha na humilhação familiar e social.
Num casamento, não há coisa pior que o casamento. O resto são desastres naturais decorrentes dessa celebração criada quando a esperança média de vida não passava os 30 anos. Nessa altura, o "até que a morte nos separe" tinha uma carga dramática tão menos densa. ;)
ResponderEliminarAh!, que saudades do Patife por estas bandas! ((:
EliminarEu cá até acho que o pior num casamento são as sogras! Não que tenha alguma, apenas ouvi dizer.
Se num casamento a mulher/homem tem de pedir ao outro dinheiro, é porque esse casamento não está com um projecto bem elaborado. Num casamento normal o dinheiro é de ambos e deve ser gasto por ambos. É também normal pedir dinheiro ao outro, porque nem sempre o temos connosco nem a possibilidade de o ir levantar, mas este assunto nunca deve ser encarado como uma situação de controle monetário imposto por um do casal. Poderá haver um que seja completamente descontrolado e ser o outro e tomar as rédeas monetárias, mas isso são outros quinhentos.
ResponderEliminarNem todos os casamentos são normais, não só pelo descontrolo financeiro de um.
EliminarE se trocarmos «casamento» por outra situação qualquer que envolva um ter um certo poder sobre o outro?
Há poderes bons, passo a citar:
Eliminar-sedução
- aventura
-iniciativa
tantos que são bem vindos a uma relação :D
Espero que estes abundem em ti :D
bj
Carla,
ResponderEliminar1 - O facto de um dos membros do casal não executar trabalho remunerado não significa que seja mendigo. Até pode resultar de uma opção tomada a dois para uma melhor organização familiar (acompanhamento dos filhos ou outros familiares, por exemplo). Também não vejo qual a diferença entre a dependência financeira (como lhe chamas) da mulher e a do homem. E se o casamento funcionar bem, o facto de um não ter remuneração, por qualquer que seja o motivo, não há espinhas.
2 - A dependência financeira não é um problema. A infidelidade, a violência física e psicológica, a humilhação familiar e social (uma forma muito rebuscada de violência psicológica), o desprezo por quem dorme ao lado... Isso sim, são problemas.
Reparo que o teu blogue está com um layout muito campestre! Gosto. ;)
Beijos.
E se ambos trabalharem e ainda assim?
EliminarA dependência financeira pode ser um grande problema, do meu ponto de vista, e um óptimo meio para a violência psicológica e até física, sem esquecer que dá uma perninha na humilhação familiar e social.
Está, apetece-me um pouco de ópio. (;