19/09/2010

We just sometimes need a push



All This Time - Maria Mena
 
you self destructive
little girl
pick yourself up
don't blame the world
so you screwed up
but your gonna be ok
now call your boyfriend
and apologise
you pushed him pretty
far away last night
he really loves you
you just don't always love yourself.

all this time
all this time
you have had it in you
you just sometimes need a push
all this time
all this time
you have had it in you
you just sometimes need a push

think all the mean girls
that pulled your hair
are barefoot now and
pregnant there
and you write pop songs
and get to travel
round the world

all this time
all this time
you have had it in you
you just sometimes need a push
all this time
all this time
you have had it in you
you just sometimes need a push

so you've had some detours
some stupid men
now we know what not
to do again
besides you lucked out
finally

all this time
all this time
you have had it in you
you just sometimes need a push
all this time
all this time
you have had it in you
you just sometimes need a push

12/09/2010

07/09/2010

Há sentimentos

 que nunca deveriam ser experienciados.
.
lonely_by_seafoodmwg

02/09/2010

Lisboa

 tornou-se paulatinamente num lugar estranho.
.
Lisboa_II_by_dafni

29/08/2010

Calvário

 Decidiste ser um mártir...

 
Cross_Roads_by_christians


... só não precisavas de me ter levado contigo para a cruz.

18/08/2010

Prelúdio de um beijo

kiss_by_keziahkiss


Os ponteiros do relógio movem-se lentamente, quanto tempo desta vez?

Instintivamente sabemos que o momento chegou.
Trocam-se olhares, uma mão na cintura, o hálito quente no pescoço.
Afastar, aproximar, aflorar.

Os ponteiros do relógio continuam a arrastar-se...

O corpo preso contra a parede (da cozinha, da sala, da casa de banho, do quarto, da entrada, ou então um sofá, uma porta, uma janela, qualquer um é apenas amparo), a distância que diminui, uns lábios que sobem o pescoço, as palavras sussurradas, as mãos que apertam com mais força e então...

O beijo.

O beijo que esteve no pensamento por horas e horas, o beijo que nos faz estremecer.

E o teu beijo era fantástico, era doce, sabia a desejo.
E o teu abraço era como se eu finalmente estivesse em casa.

Hoje dei-me conta que sinto terrivelmente falta de ti, do teu beijo e do teu abraço.

16/08/2010

Nunca entendi

Why__by_complejo



por que decidiste, naquele dia, começar aquilo
que não tinhas intenção de levar até ao fim.

14/08/2010

07/08/2010

Did you say it?



Did you say it? 
'I love you. 
I don't ever want to live without you. 
You changed my life.' 

Did you say it? 

Make a plan. 
Set a goal.
Work toward it, but every now and then, look around; 
Drink it in 'cause this is it. 

It might all be gone tomorrow." 


06/08/2010

Parem a vida...

... estou a ficar enjoada.
Spinning_around_by_Sahajalal

02/08/2010

Nunca deixes nada por dizer...

Nunca deixes nada por fazer.
Nunca deixes nada por dizer.
Por dizer...

 Words_by_LittleRedRidingHoody


As palavras agarram-se a nós, prendem-se, multiplicam-se em quantidades ditas industriais; preenchem silêncios incómodos; povoam o espaço de circunstância; teorizam o tempo, a moda, a política, o futebol; estão sempre certas (as nossas pelo menos); cuidam que podem compor, organizar, dominar o nosso mundo e que, feitas as contas, fizeram um trabalho impecável e bastaram para que não restassem equívocos.

Mas as palavras são também frágeis, tímidas e sensíveis, escondem-se, ocultam-se, disfarçam-se.

Quando parece que tudo foi dito, o mais importante ficou por dizer. Substituem-se as palavras por gestos, encolher de ombros, sorrisos, lágrimas e palavras!

Palavras pré-escolhidas em discursos ensaiados, vazias de sentido, gastas e sem cor pelo muito que estavam preparadas e separadas para aquelas ocasiões. São politicamente correctas, tranquilizam quem as ouve, mas não são sinceras, não são sentidas.

E o coração enche-se das palavras que a boca não disse, não quis dizer, achou que não podia dizer, não pôde dizer.

E os assuntos foram falados, debatidos, racionalizados, expostos segundo uma lógica irrefutável, num exercício de retórica admirável mas pálido, oco, cansado.

E as palavras esconderam palavras, vestiram palavras, disfarçaram palavras, calaram palavras e sentimentos.




Tantas palavras para esconder o facto de eu nunca te ter dito "gosto de ti"...