01/11/2016

Das partidas necessárias I

Tens, porém, contra mim que fui eu que queimei as nossas pontes.

8 comentários:

  1. Porque, por vezes, temos de seguir em frente sem companhias que já não nos servem (por mais que ainda nos possam estar a pesar).

    Beijinho,
    FATifer

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    1. É o jogo de cintura entre o dever e o querer.
      Uma treta, meu caro!

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  2. Por acaso, no meu caso, também me queimam as pontes.

    E também já queimei...

    Lá temos que tomar decisões às vezes.

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    1. É uma estreia para mim, mas alguma vez havia de ser a primeira.
      Depois fica aquela vontade de voltar a reconstruí-las, é nestas alturas que nos temos de sentar a um canto à espera que a vontade passe (até porque o mais certo seria regressar a nada).

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  3. podemos escrever a meias um manual do desapego?

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    1. Podemos. :)
      Começa tu e envia pelo formulário de contacto ali em baixo.

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  4. Há pontes que deixam de servir. Mais vale queimá-las ou, simplesmente, abandoná-las, seguindo outro trajecto.

    Beijos, Carla :)

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    1. Verdade, Maria (mas às vezes custa tanto abandonar pontes que foram tão bonitas).

      Outro para ti!

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