06/09/2016

Never stop looking up



Este espaço chegou a um estado de abandono total. Quase não consegui abrir a porta, tal era a altura e a força do matagal. As flores estão todas secas, há vasos tombados, uma confusão. Voltei a fechar a porta e saí. Por enquanto, não tenho como tratar disto, só consigo não me esquecer de respirar e olhar para cima, sempre para cima.


Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? (Sl. 121, 1)

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