06/04/2016

Viver anos a tentar explicar quem somos

quando insistem em ver-nos ao contrário (normalmente para pior), não é viver. É outra coisa qualquer.


8 comentários:

  1. Por vezes não sei quem sou...

    Beijinho, Carla!

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    1. Eu acho que sabemos sempre um mínimo, umas luzes que piscam e nos ajudam nos dias de maior negrume. :)

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  2. Carla, mesmo quando não sabemos quem somos não precisamos de estar preocupados com o que as pessoas pensam a nosso respeito.
    E isto não significa que mão acate criticas construtivas. Gosto até bastante de as receber. Sobre a forma como procedo em determinada ocasião, mas não sobre o meu feitio na generalidade.

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    1. Aí é que está!
      Eu sei o que queres dizer, tem todo o sentido, claro.
      Agora imagina: gostas de alguém que estás a conhecer, a pessoa reage de uma forma brusca a qualquer coisa que acontece contigo ou que faz parte de ti -- como não sabes muito bem se é carácter ou momento e porque gostas mesmo da pessoa, na dúvida, evitas aquilo no futuro. Ao fim de um tempo, estás a limitar-te uma série de coisas, quando a pessoa não o faz, e se tentas entender, se perguntas porquê (porque queres mesmo entender o que é fazes que incomoda tanto), recebes como resposta que não sabes aceitar críticas, és revanchista e uma série de coisas.

      Bem, chega a uma altura em que te perguntas que raio é aquilo que vives, onde parece que tens de pôr toda a gente fora da tua vida e viver em isolamento, não vás causar uma ofensa gravíssima.

      Neste sentido, o que o outro pensa preocupa muito. Até ao dia em que deixa de preocupar. :)

      Claro que podes substituir o «tu» por «eu». :)

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    2. Carla, mas como poderei gostar muito de uma pessoa que estou a conhecer? Assim num princípio, como estou a interpretar, quanto muito há alguma simpatia e afinidade que pode levar a gostar muito.
      Não, não procedo dessa forma. Quando não gosto de algo que me dizem ou fazem digo explicitamente à pessoa e pergunto as razões. Até poderei ter sido eu a fazer uma interpretação incorrecta. Se a pessoa não me responder ou me der uma resposta desse tipo e persistir com o intuito de provocação, 'desapareço' do raio de acção.
      Já não tenho idade para me desgastar com cenas desse tipo. A noção de não ter tempo a perder é muito clara para mim. Preciso de concentrar energias em mim e nas pessoas que mereço e que me merecem, num jogo verdadeiro de frontalidade e de equilíbrio.

      Voltando ao quadro, se considero que me conheço, não tenho de estar preocupada com essa questão.

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    3. Tens razão, há coisas inaceitáveis.
      Consola-me que o vá aprendendo com a idade (cada vez mais depressa :).

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  3. Podia perfeitamente ser o meu lema de vida. Sempre foi assim!
    Gostei de passar por aqui!

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    1. Obrigada pela passagem, Paula! :)

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