17/03/2016

Em defesa do homem oprimido

Para consolo e descanso de quem me lê, é preciso que alguns nevoeiros de dúvida sejam dissipados. Não sou, nem nunca fui, pessoa de andar a transferir para uns o mal que outros fizeram (também não posso jurar sobre o que há de mais sagrado que NUNCA o tenha feito, só posso garantir que não o faço como forma de vida), vai daí que, lá porque proferi uma afirmação sobre uma ou duas pessoas (duas ou três, vá) do sexo masculino que cruzaram a minha vida, não quer dizer que agora tenha para mim que TODOS os frágeis seres másculos que povoam o mundo entrem nessa tal afirmação. À partida, nem deveria ser preciso sacudir nevoeiros, mas, para que não haja nenhum espírito de erro no nosso meio, mais vale fazê-lo. 

Homens fofos e queridos e puros e castos, vinde a mim sem medo, que eu não mordo (salvo casos particulares, em território demarcado, cumprindo as normas de segurança).


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Andreas Feininger
Andreas Feininger

8 comentários:

  1. Apetece-me fazer-te uma pergunta, Carla: «o que é um homem oprimido?»

    Que não é refém da sua vontade? Que gosta de ser subjugado?

    Em relação ao resto, é também uma questão de vontade, conseguir encontrar pessoas porreiras por aí. :)

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    1. O homem oprimido é um título catita, não está ali por mais nada. :)

      Quanto à pergunta, se um homem (ou mulher) é impedido constantemente de seguir a sua vontade, estará a ser oprimido. Pode até ser-lhe confortável, porque lhe retira o peso (ou a responsabilidade) de tomar decisões, de ter vontade!

      Em relação ao resto, olha, pois que é. E as pessoas podem ser perfeitamente porreiras para uns e nada porreiras para outros. Ainda bem que há muita gente por aí, para podermos escolher. :)

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  2. Cara Carla,
    "fofos e queridos e puros e castos"? Vou continuar a fugir.
    Bom dia,
    Outro Ente.

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    1. Caro Outro Ente,
      acabei de ficar mal impressionada!
      Então mas os homens não são todos assim?
      Não me diga que os há feios, porcos e maus, que me faz perder o dia.

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  3. Em vez de homens oprimidos chamar-lhes-ia virgens ofendidas. O tiro - salvo seja - era direcionado com a precisão de um sniper aos idiotas. Se a horda de ofendidos decidiu meter-se e apanhar com a bala no peito, é porque não perceberam realmente nada do que se escreve e, pelos vistos, só vêm ao blogue à procura de relatos de caminhadas em arrozais, novidades de doçaria regional e música catita. Como eu disse, foca-te nesses temas menos fraturantes e arruma de vez com os "recuerdos" dos idiotas de blogue que nos dá tanto gosto de visitar e revisitar ;)
    Kiss Kiss

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    1. O menino não seja assim, com esse mau feitio todo, que me deixa as pessoas mal impressionadas.

      Adoro a tua argúcia em saberes ler nas entrelinhas e retirares as partes do aparente todo (isto agora não me saiu lá muito bem, para efeitos de segurança, presta atenção às tuas partes :D).

      Ando a considerar muito isso. Este blogue parece mais um altar que outra coisa. Já não há paciência! :)

      beijo repenicado (só desta vez, porque coiso)

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  4. E há homens "fofos e queridos e puros e castos", simultâneamente? :))

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    1. Não deve haver. Nem um veio até mim! (pelo menos, encaixando-se na descrição :)

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