23/03/2016

A melhor solução é sempre a mais simples

Ou como eu complico a minha vida desnecessariamente.


Por imposição da ocasião, tenho de me vestir a parecer que acabei de vir da Idade das Trevas. Não seria muito difícil, se eu não tivesse dado uma limpeza nos armários e não tivesse mandado fora tudo o que era blusa, saia e vestido com aparência mais que velha. Ando, por isso, há uma semana a vasculhar o fundo das gavetas a ver se salvo de lá alguma coisa que me seja útil. Depois de muitas imagens vistas, dicas, truques, camisas espalhadas e cintos de franjas, olho para o vestido preto que trago vestido (este texto está pródigo em conjuntos de palavras bonitos) e experimento um cinto, mais uma fita, mais um lenço e... está feito! Tanta hora de pesquisa, tanta remexidela e a solução estava aqui à mão de semear! Que é como quem diz, lindamente vestida em mim mesma. Venha a feira!

9 comentários:

  1. Carla, e não fosses tu uma rapariga simples. :)
    (E como um vestidinho preto dá um jeitaço!)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Carla, diz a verdade, a Isabel Pires deu-te umas dicazinhas, que de vestidos percebe ela, hein? :-)

      Eliminar
    2. Eu não queria dizer, mas já que insistes... ;)

      Eliminar
  2. Se há coisa que somos bons é a complicar o fácil.:)

    Faz parte da natureza humana, Carla.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É verdade!
      Mas também é certo que aquilo que é simples resulta de um aturado processo de simplificação que demora o seu tempo. Foi o que aconteceu. :)

      Eliminar
  3. Sou perita em complicar. Tudo o que é simples vira complicado ao pé de mim... E a feira foi... Sorry. Tento na próxima...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu complico ao limite, para descomplicar ao limite.
      Prefiro sempre as soluções (aparentemente) mais simples (nunca simplistas.

      Não há problema nenhum, todos os dias 5 e 19, lá estarei. ;)

      Eliminar