02/12/2015

Tenho secretamente guardado mapas das terras que ainda não vi.

E das que vi, também, para que um dia possa voltar. Tenho traçado rotas e marcado lugares, com um marcador de ponta média. Escrevo datas previstas de visitação e planeio passeios que durem vidas. Chapéu na cabeça, mochila às costas, sapatos leves nos pés. Distraio-me. A minha pele ainda não se habituou ao prurido que o chumbo das correntes lhe provoca.

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