13/10/2014

Caída aos pés

Invento razões para acalmar o meu coração. Justifico o injustificável, para abafar o bicho-monstro que me sussurra premonições ao ouvido. Adormeço, tapando-me com camadas de vontades que não chegaram a ser verdade. Acordo com a alma estilhaçada, caída aos pés.

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