22/08/2013

Brincadeiras com a máquina fotográfica - Lisboa a quanto obrigas

Antes de mais, o aviso: Não percebo nada de fotografia! 

É com muita pena que o admito, em abono da verdade o faço, embora ache piada em andar com a maquineta na mão a disparar para todos os lados que me entrem pelos olhos dentro. Claro que em 34028 fotografias salva-se uma ou duas, mas a tentação é demasiado forte.

Estes dias em Lisboa foram pródigos em disparos - com flash e sem flash - e deram para umas fotos engraçadas. A parte menos engraçada foi ter ficado sem pilhas a caminho do Padrão dos Descobrimentos, logo, sem poder fotografar o chão com tão bonitos dizeres, e antes de entrar no Museu Berardo. 

Evidentemente que, como é meu apanágio, não há fotografias com pessoas, porque nunca me ocorre registar para a posteridade esses momentos. Guardo as imagens na cabeça - a minha memória também é um bom álbum de fotografias.