18/04/2013

Não ter certezas era a única certeza que tinha. Mais do que isso, trazia nos bolsos e nas bainhas das calças todas as dúvidas da humanidade. Quem era, de onde vinha, para onde ia? Desperdício. Importante era saber a que horas passava o próximo autocarro.

5 comentários:

  1. Não te vou perguntar se tens feito a depilação mas, esta tua escrita "dá água pela barba"... como a do Gonçalo M. Tavares.
    :)

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    1. Anda sempre feitinha. Mais ou menos. :D
      Oh! Agora fiquei sem jeito.

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  2. Na verdade

    são tantos
    nas paragens

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