20/06/2012


Já vivi um 
grande amor, já vivi 
uma grande paixão, já vivi 
um grande encantamento. Todos 
foram dolorosas perdas. Só resto eu.

14 comentários:

  1. Gosto desse tipo de poesia (a estética, que o teor acredito que seja uma liberdade poética)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O teor foi contextualizado num email em que divagava sobre esta coisa das relações amorosas, no que me dizia respeito. Foi uma conclusão tão surpreendente que a resgatei para este espaço.

      A estética resultou bem, parece que o número de palavras foi escolhido a dedo. Nem por isso, o que me fez gostar mais do resultado final, porque a forma ajuda a explicar o conteúdo. Lá estou eu outra vez às voltas, na minha cabeça, com a Autopsicografia. :)

      Eliminar
    2. E dizes tu que és uma rapariga simples :)

      Eliminar
    3. Ouço cada vez mais esse comentário/desabafo/lamento... :P
      Eu mesma o digo. Acho que tenho de assumir que sou complicadinha como a gaita e pronto.

      Eliminar
    4. 'Complicadinha como a gaita e pronto'
      Ora... comentários a esta afirmação? :P

      Eliminar
    5. Dizes: "ora, és capaz de ter uma certa razão" e assim não te comprometes. loool

      Eliminar
  2. Tem um arranjo tão bonito :)

    ResponderEliminar
  3. Adorei... e sempre que sobras tu é o bastante.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Realmente, não deixa de ser verdade. Em muitos aspetos. ;)

      Eliminar
  4. Restas tu, o que importa!
    Quando já nem nós restamos é sinal que algo nos levou pa fora de nós e aí reside o problema :|

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. É isso! Era isso mesmo que eu sentia, que já não estava em lado nenhum, que me tinha dispersado.
      Agora não, voltei a casa. :)

      Eliminar
    2. E é tão bommmmmm! ;)

      Eliminar