Nunca gostei que pressupusessem o que quer que fosse sobre mim.
Concordo que é difícil que isto não aconteça, eu mesma o faço, mais não seja prendo-me a padrões e baseio-me em acontecimentos passados. Certo, é inevitável. Mas também é inevitável que, à medida que o conhecimento sobre a outra pessoa aumenta, os pressupostos sejam postos de lado, reafirmados, substituídos, revistos à luz do que acontece em tempo real e se vê.
Agora, partir de um pré-conceito, teimar nele, usá-lo para justificar o que quer que seja e tomá-lo como verdade absoluta, por muito que eu tente mostrar que não é assim, isso, meus caros, é que me faz morder as bochechas por dentro e renascer a mulher das cavernas que há em mim.
Já que tenho a fama, ao menos gozo por uns instantes do proveito.
Depois faz lá um post sobre o gozo:)
ResponderEliminareu actuava igual! =)
ResponderEliminarMaria
Ai, ai, ai!!! Isto ainda vai dar "molho"! ;)
ResponderEliminarM.:
ResponderEliminarEm abono da verdade, não há grande gozo, é mais incómodo, não gosto destas situações.
Malena:
ResponderEliminarDá molho, dá camadão de nervos e depois dá umas estórias engraçadas para contar. ;)
Selvaticamente falando: Arrrrrrgrggrgrrghrhrhhhhhhh! Dá-lhe com alma e depois conta como foi...
ResponderEliminarPara dizer a verdade, nunca se chega a conhecer uma pessoa verdadeiramente...
ResponderEliminarSenhor Geninho:
ResponderEliminarO que acontece depois era bem evitado, bastava haver um pouco de senso.
Daniel:
ResponderEliminarPois não, e é preciso que isso aconteça. Toda a gente tem de ter qualquer coisa de seu, íntimo, logo desconhecido dos outros. :)
Desconhecido dos outros e se calhar também do próprio.
ResponderEliminarE qual é a piada de se saber sempre tudo à partida? ;)
ResponderEliminarRealmente....
ResponderEliminarEu tinha um pré-conceito sobre ti. Depois de te conhecer, vi que afinal não me enganei (pelo menos desta vez) e já vão uns anos. É só o que tenho a dizer.
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