14/11/2011

Ai sou? Ai sou? Toma!

Nunca gostei que pressupusessem o que quer que fosse sobre mim.
Concordo que é difícil que isto não aconteça, eu mesma o faço, mais não seja prendo-me a padrões e baseio-me em acontecimentos passados. Certo, é inevitável. Mas também é inevitável que, à medida que o conhecimento sobre a outra pessoa aumenta, os pressupostos sejam postos de lado, reafirmados, substituídos, revistos à luz do que acontece em tempo real e se vê.

Agora, partir de um pré-conceito, teimar nele, usá-lo para justificar o que quer que seja e tomá-lo como verdade absoluta, por muito que eu tente mostrar que não é assim, isso, meus caros, é que me faz morder as bochechas por dentro e renascer a mulher das cavernas que há em mim.

Já que tenho a fama, ao menos gozo por uns instantes do proveito.

13 comentários:

  1. Depois faz lá um post sobre o gozo:)

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  2. Ai, ai, ai!!! Isto ainda vai dar "molho"! ;)

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  3. M.:
    Em abono da verdade, não há grande gozo, é mais incómodo, não gosto destas situações.

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  4. Malena:
    Dá molho, dá camadão de nervos e depois dá umas estórias engraçadas para contar. ;)

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  5. Selvaticamente falando: Arrrrrrgrggrgrrghrhrhhhhhhh! Dá-lhe com alma e depois conta como foi...

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  6. Para dizer a verdade, nunca se chega a conhecer uma pessoa verdadeiramente...

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  7. Senhor Geninho:

    O que acontece depois era bem evitado, bastava haver um pouco de senso.

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  8. Daniel:

    Pois não, e é preciso que isso aconteça. Toda a gente tem de ter qualquer coisa de seu, íntimo, logo desconhecido dos outros. :)

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  9. Desconhecido dos outros e se calhar também do próprio.

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  10. E qual é a piada de se saber sempre tudo à partida? ;)

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  11. Eu tinha um pré-conceito sobre ti. Depois de te conhecer, vi que afinal não me enganei (pelo menos desta vez) e já vão uns anos. É só o que tenho a dizer.

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